domingo, 29 de novembro de 2020

Vai empreender? Saiba disso antes!

 



Olá pessoal,

 

  Hoje eu falarei sobre uma matéria publicada no site Infomoney (ler matéria aqui) que eu achei muito bacana e decidi compartilhar com vocês leitores do meu blog. O título da matéria diz: “Para empreender, educação financeira é mais importante do que você imagina”. Essa matéria corrobora o que eu venho pregando aqui para todos os empreendedores brasileiros: o conhecimento, incluindo a educação financeira, é essencial para o sucesso de qualquer empreendedor. Não basta você ter criatividade e disciplina se você não tem o conhecimento necessário para administrar o seu negócio. Se você quiser saber um pouco mais a respeito, leia (artigo 1), (artigo 2) e (artigo 3).                                                   

  Se você decidiu empreender, você deve entender o seguinte: não basta apenas ter o conhecimento específico do setor de atuação da sua empresa. Você deve adquirir educação financeira para administrar o seu negócio. Muitos empreendedores, por sinal excelentes, quebram nos primeiros anos por não saberem gerenciar o caixa da empresa. Não separam o dinheiro pessoa física do dinheiro pessoa jurídica (erro clássico), não formam uma reserva de emergência para a empresa, não estabelecem metas financeiras, não sabem dimensionar corretamente a retirada de pró-labore mensal e não sabem escolher a melhor linha de crédito para a empresa. Na minha opinião, esses são os erros mais comuns que eu vejo no meio empresarial.                   

  Compreenda que você deve ser educado financeiramente na pessoa física para aplicar todo o seu conhecimento financeiro também na pessoa jurídica. O conhecimento precede qualquer iniciativa de negócios, seja através de uma empresa, seja através de uma carteira de investimentos. Lembre-se que uma empresa, apesar de demandar muito tempo por parte dos proprietários, também pode ser considerado um investimento na medida em que rentabiliza os recursos integralizados pelos sócios no momento da abertura do CNPJ. Aliás, um negócio próprio é o investimento mais arriscado que pode existir, bem mais do que o mercado financeiro. Se para construir um patrimônio no mercado você deve possuir educação financeira, avalie construir um patrimônio no meio empresarial. A sua educação financeira precisa ser dobrada.                

  O nosso país precisa de gente empreendedora, que não tem medo de se arriscar e deseja deixar um legado. Mas não confunda persistência com teimosia. Apenas trabalho não é suficiente. O estudo aliado ao trabalho é que vai fazer a diferença no longo prazo! 

             

Abraços,

Seja Independente 


sábado, 28 de novembro de 2020

Estou superendividado. O que eu faço?

 



Olá pessoal,

 

  Hoje eu falarei sobre uma situação corriqueira entre os brasileiros que é o superendividamento das famílias. Nesse ano de pandemia, quem já estava superendividado conseguiu se endividar mais ainda, gerando um efeito de bola de neve irrefreável. É uma situação decorrente da falta de educação financeira da nossa sociedade. Já falei um pouco sobre dívidas em outros artigos aqui no blog, (ver aqui) e (ver aqui). Vou explicar a vocês como sair dessa situação, deixando de ser uma pessoa deficitária para se tornar uma pessoa superavitária.                                           

  Se você é uma pessoa que se encontra nessa situação, com várias dívidas contraídas e não sabe por onde começar, saiba que é perfeitamente possível sair desse buraco e se tornar uma pessoa detentora de um patrimônio no futuro. Primeiramente, você precisa mudar a sua mentalidade, eliminar crenças limitantes da sua mente e acreditar que um dia você se tornará uma pessoa independente financeiramente. Se você não fizer essa “limpeza mental” no início, não adianta dar os próximos passos, pois assim que você sair das dívidas você voltará a contrair outras pouco tempo depois, pois os seus arquivos mentais continuam os mesmos. Você arranjará outras desculpas para justificar a sua situação deficitária.              

  Após cumprir a 1º etapa da missão, você deverá focar na amortização integral daquela dívida que mais lhe incomoda ou que tem a taxa de juros maior ou que tem as cláusulas mais leoninas. Após quitar essa dívida, você deverá focar na próxima dívida e assim por diante, em ordem decrescente dos critérios mencionados. Sanadas as dívidas, você começará a poupar dinheiro para investir e dar início à formação do seu patrimônio.   

  Obviamente que ninguém muda do dia para a noite. O reconhecimento da necessidade de mudança em sua vida pode demorar algum tempo, pois mudar é difícil para qualquer ser humano. Mas nunca é tarde para começar. Como eu disse em outro artigo, não passe toda a sua vida sendo um mero pagador de contas. Dê um significado maior a ela.    

 

               

Abraços,

Seja Independente


quinta-feira, 26 de novembro de 2020

Você sabe negociar?

 



Olá pessoal,

 

  Hoje eu falarei sobre um hábito que é muito importante para o aumento da nossa poupança, que é o hábito de negociar, pedir desconto no ato da compra de um bem ou serviço. Eu sei que a maioria das pessoas não dá importância a isso ou até mesmo sente vergonha. Vou explicar para vocês que não há motivo para ser assim, comprar sem ao menos negociar. Também vou explicar como se deve negociar/pedir desconto.                                                 

  Primeiramente, vocês devem entender que o desconto conseguido por você na compra de um bem ou serviço é uma semente a mais para plantar e colher os frutos no futuro, por mais insignificante que seja. Lembre-se sempre do efeito dos juros compostos, que são a mola propulsora da construção do seu patrimônio. Você pode não sentir nenhuma diferença na sua vida no curto prazo. Mas quando você consegue vários descontos ao longo da sua vida, poupa essas diferenças e as investe com sabedoria, um verdadeiro milagre pode acontecer em sua vida no futuro.          

  Você deve estar pensando agora: “Ok Pedro, eu já entendi. Mas ainda não vejo como isso pode fazer realmente alguma diferença no meu patrimônio. Afinal, como devo negociar para conseguir algo relevante?”. Uma técnica que eu utilizo muito e que pode surtir algum efeito no longo prazo é ter uma taxa de referência para chegar ao valor que eu desejo gastar naquela compra. Uma boa taxa de referência é a própria Taxa Selic, que é a taxa básica de juros da nossa economia. Por exemplo, vamos supor que você deseja comprar um bem ou serviço no valor de R$1.000,00. O vendedor lhe dá 2 opções de pagamento: 1) 12x de R$83,33 sem juros; ou 2) à vista no cartão de crédito ou boleto, com 5% de desconto. Qual das 2 opções você escolheria? Eu escolheria a opção (2), pois ele permite parcelar em 12x sem alterar o valor, enquanto que à vista ele me dá 5% de desconto, que é uma taxa de desconto maior do que a Taxa Selic atual, 2% ao ano (fonte). Em outras palavras, se eu aplicar esses R$1.000,00 no título Tesouro Selic a 2% a.a., eu vou ter auferido de juros após 1 ano de aplicação pouco menos de R$20,00, enquanto que pagando à vista eu terei R$50,00 poupados e livres para investir. Pegue, por exemplo, o Kindle Paperwhite da Amazon que estou vendendo no meu blog (ver imagem abaixo). É o mesmo caso do exemplo citado anteriormente. É melhor pagar à vista e poupar logo de cara R$20,00.             




  Viu como é simples? Obviamente que comprar um produto na internet é mais cômodo para analisar a forma de pagamento do que na loja física com um vendedor que é treinado para negociar. Quando for comprar um produto muito caro, leve uma calculadora financeira HP e tenha uma taxa de referência em mente, que não precisa ser necessariamente a Taxa Selic. A taxa de referência que você for usar vai depender muito do tipo de produto. Se você for comprar um imóvel ou um carro, você pode consultar previamente a TJLP (taxa de juros de longo prazo), que é mais alta do que a Selic. Se você for comprar passagens aéreas, você pode usar a Selic ou o CDI, por exemplo.

  Portanto, quando você for comprar, pergunte: “Posso parcelar no cartão? Se eu pagar em dinheiro tem desconto?”. Se for uma compra grande, se cerque de todas as condições de pagamento e taxas de referência, e conheça todas as fórmulas de matemática financeira para fazer os cálculos necessários. Ah e antes que eu me esqueça: não ter vergonha de negociar na frente dos outros talvez seja o mais importante. Se alguém lhe criticar, responda: “Estou poupando para o meu eu do futuro e para ajudar as pessoas”.

 

             

Abraços,

Seja Independente 


terça-feira, 24 de novembro de 2020

Black Friday

 



Olá pessoal,

 

  Hoje eu falarei sobre a Black Friday e as armadilhas que podem estar escondidas por trás dela. Black Friday é uma festividade que começou nos Estados Unidos e lá ela acontece um dia depois do Dia de Ação de Graças, feriado muito tradicional naquele país. Esse dia inaugura a temporada de compras natalícias com significativas promoções (fonte).                                                

  Apesar dos órgãos de proteção ao consumidor, como o PROCON, atuarem na fiscalização de eventuais propagandas enganosas (ver esse exemplo do ano passado), sabemos que a prática corriqueira do comércio em geral de inflacionar o preço original do produto para dar um falso desconto na Black Friday passa praticamente despercebida pela grande maioria dos consumidores, ávidos por barganhar uma pechincha nessa época, sem ao menos analisar o preço do produto de uma forma mais crítica. Isso acontece porque as grandes varejistas e atacadistas em geral possuem em seus quadros grandes especialistas em marketing e propaganda conhecedores das mais sofisticadas técnicas para manipular as mentes das pessoas.         

  Mas o mais grave não é isso. O mais grave é o fato de que as pessoas nessa época, por falta de educação financeira, compram muitos produtos sem necessidade, achando que está fazendo um ótimo negócio. Se você não precisa de um determinado produto naquele momento, você não precisa compra-lo. Simples assim. Se o produto está com um desconto de 30% na Black Friday e você resolve compra-lo, você está economizando 30% do seu dinheiro. Mas se você não comprar o produto, você estará economizando 100% do seu dinheiro. É esse raciocínio que você deve ter em mente.        

  Compreendam que as empresas não dão descontos a você na Black Friday porque são boazinhas, porque querem fazer filantropia para ajudar as pessoas. Não! Elas dão descontos a você para vender mais produtos, aumentar o faturamento e, consequentemente, aumentar o lucro líquido delas. Cabe a você proteger o seu dinheiro. Apenas você tem o poder de dar o melhor destino ao seu dinheiro. Pense nisso!

 

             

Abraços,

Seja Independente


domingo, 22 de novembro de 2020

Fundo Garantidor de Crédito (FGC)

 



Olá pessoal,

 

  Acredito que muitos de vocês já devem saber do que se trata o FGC – Fundo Garantidor de Crédito. É como se ele fosse um seguro garantia em caso de falências múltiplas no sistema bancário nacional, evitando que a população em geral perca o seu dinheiro aplicado no banco onde possui conta. Mas vou explicar que na prática não é tão simples assim como parece.                               

  Eu já falei a respeito do FGC em diversos artigos (ver aqui), (ver aqui) e (ver aqui), inclusive no meu e-book Aprenda a Investir e SEJA INDEPENDENTE, disponível na Amazon.  O FGC é uma entidade privada e sem fins lucrativos que protege os investidores que colocam seu dinheiro em instituições financeiras associadas a ele. Essa proteção acontece em casos de intervenção e liquidação extrajudicial e quando o Banco Central reconhece o estado de insolvência da instituição. Os bancos e as instituições associadas ao FGC depositam mensalmente no fundo o equivalente a 0,01% do total de depósitos feitos nos investimentos. Portanto, o patrimônio do FGC vem das próprias instituições financeiras. O FGC garante até o limite de R$250 mil por CPF ou CNPJ, por conjunto de depósitos e investimentos em cada instituição ou conglomerado financeiro, limitado ao teto de R$1 milhão, a cada período de 4 anos, para garantias pagas para cada CPF ou CNPJ. No caso das contas conjuntas, o valor da garantia é limitado a R$250 mil, ou ao saldo da conta quando inferior a esse limite, dividido pelo número de titulares, sendo que o crédito do valor garantido será feito de forma individual.         

  Conforme eu havia explicado nos artigos e no e-book, o FGC é um fundo com recursos limitados e em algumas situações extremas pode não conseguir honrar os seus compromissos. Geralmente os credores recebem a garantia em até 2 meses. Mas existem casos em que a garantia é creditada após vários meses ou até mesmo anos. Enquanto o seu dinheiro não é creditado, ele não rende e com isso ele perde poder de compra. Quanto maior for o volume de recursos a serem creditados, maior será essa perda. É o chamado custo de oportunidade. Para evitar a perda do poder de compra do seu colchão financeiro, sugiro diversificar as aplicações entre diferentes bancos e corretoras. No caso de CDBs de bancos de menor porte, sugiro aplicar um percentual entre 10 e 20% do total do colchão. Pode ser aplicado em mais de um banco, fica a critério do investidor. Nos bancos tradicionais, você pode aplicar uma parte na caderneta de poupança e uma parte no título Tesouro Selic. Nas corretoras, você pode aplicar uma parte num fundo de investimento atrelado ao Tesouro Selic com taxa de administração zerada e com prazo de resgate D+0, e a outra parte no título Tesouro Selic. Diversificando a sua reserva, você diminui bastante os riscos.           

  Quem leu o meu e-book aprendeu uma coisa muito importante: a renda fixa não é tão segura assim como as pessoas imaginam, justamente pelo fato dela possuir um risco que não existe na renda variável, o risco de crédito. Como as suas reservas devem estar aplicadas em ativos com alta liquidez e baixo risco de mercado (renda fixa), você deve atentar para o risco de crédito existente em cada ativo. Portanto, não se vislumbrem com as taxas de retorno prometidas pelos CDBs e LCIs dos bancos de menor porte ofertados nas corretoras. E nem com as taxas de retorno prometidas pelos bancos digitais. Diversifiquem. Monitorem.  

               

Abraços,

Seja Independente        


sábado, 21 de novembro de 2020

Initial Public Offering (IPO)

 

IPO da Vivara em Outubro de 2019


Olá pessoal,

 

  Acredito que vocês já devem ter ouvido falar nessa sigla, não é mesmo? IPO significa Initial Public Offering, em português, Oferta Pública Inicial. “Mas é oferta de que exatamente?”, perguntaria você. Oferta de ações da companhia, meu caro colega. Imagine que você tem uma empresa, digamos, um restaurante. No futuro, você pode expandir a sua rede de restaurantes através de uma injeção massiva de capital, ofertando total ou parcialmente as ações da empresa para terceiros na bolsa de valores, ou seja, você financia a sua empresa captando investidores no mercado.                             

  Existem 2 formas principais de uma empresa se financiar: tomando um empréstimo bancário, que dependendo do montante e dos juros cobrados, pode se tornar inviável; e ofertando as suas ações na bolsa de valores, vendendo-as para o público em geral por um preço que compense os custos com a subscrição do capital (underwriting). Quando a empresa faz a oferta inicial das suas ações para o público em geral (bolsa de valores), ela capta recursos que irão direto para os seus cofres no chamado Mercado Primário. Após isso, os investidores detentores das ações da empresa podem vendê-las para outros investidores no chamado Mercado Secundário. Esse Mercado existe justamente para dar liquidez às ações das empresas negociadas nas bolsas de valores.         

  Eu, particularmente, não acho uma boa ideia comprar ações em IPO (Mercado Primário), pois como a companhia é novata na bolsa de valores, você não tem acesso ao histórico da empresa para fazer a sua análise e, na maioria das vezes, o preço da ação da companhia no IPO é superestimado. Resumindo, investir no Mercado Primário pode se tornar mais arriscado.        

  Observamos recentemente algumas empresas abrindo o seu capital na Bolsa de Valores de São Paulo [B³], como foram os casos da Petz, Pague Menos, Moura Dubeux, Estapar e Grupo Mateus. Esse movimento é muito importante para a economia nacional e deve ser comemorado pelos investidores em geral. Mesmo que você não invista na empresa no seu IPO, você terá no futuro mais uma opção de ação para investir no Mercado Secundário. E isso é maravilhoso!

               

Abraços,

Seja Independente 



quinta-feira, 19 de novembro de 2020

Governança Corporativa

 



Olá pessoal,

 

  Hoje eu falarei sobre um assunto de extrema relevância no mundo dos investimentos, a Governança Corporativa. Vou explicar a importância da Governança nas empresas e, consequentemente, para o mercado de capitais. Sem ela, as bolsas de valores se tornariam um ambiente hostil aos investidores individuais, restringindo o acesso às empresas listadas aos investidores de grande porte.                       

  Mas afinal, o que vem a ser Governança Corporativa? Governança Corporativa é o conjunto de processos, costumes, políticas e regulamentos que regulam a maneira como uma empresa será dirigida. Ela tem como objetivos dar proteção aos investidores, trazer maior transparência ao mercado, atrair mais investidores e desenvolver o mercado de capitais. Na Bolsa de Valores de São Paulo [B³], as empresas listadas são classificadas em 3 níveis de Governança: Nível 1, Nível 2 e Novo Mercado. As empresas do Novo Mercado, nível mais alto de Governança, devem ter 100% de ações ordinárias, que são aquelas que dão direito a voto na Assembleia de Acionistas, e um Tag Along de 100% para essas ações.    

  Na prática, a Governança Corporativa visa eliminar os conflitos de interesses entre os acionistas da companhia e os seus presidentes, executivos e diretores, enfim, todo o topo da cadeia de comando da companhia. Enquanto os acionistas desejam o crescimento e a consequente geração de valor no longo prazo, o alto escalão corporativo deseja uma remuneração anual cada vez maior, incluindo todos os penduricalhos, como participações nos lucros, bonificações, benefícios e auxílios com diárias, alimentação, transporte, etc. Portanto, a Governança Corporativa visa alinhar os objetivos de todos os stakeholders envolvidos.      

  Infelizmente, devido ao fato do Brasil ainda ser um país subdesenvolvido com um “capitalismo de Estado”, onde impera a cultura do compadrio, ou seja, os acionistas majoritários das companhias listadas na Bolsa formam alianças com lideranças políticas (existem exceções obviamente) para obter favores palacianos e, sendo assim, aumentar o poder de influência da companhia nas regulações do mercado em que ela atua, favorecendo a criação de monopólios e oligopólios. Nem mesmo empresas de grande porte e empresas listadas no segmento Novo Mercado estão a salvo de práticas escusas por parte de seus acionistas fundadores e/ou dirigentes, vide os casos da Petrobras (petrolão), JBS (Joesley Day) e Qualicorp (José Serra). Além disso, some-se o fato de que a bolsa brasileira tem um número bastante reduzido de companhias listadas comparado ao de outras bolsas ao redor do mundo. Isso favorece uma assimetria de informações muito grande, prejudicando muito o acionista individual minoritário.      

  A Governança Corporativa visa justamente combater as falhas do sistema, ou melhor dizendo, do “Mecanismo” (já assistiram no Netflix?). É como se fosse uma espécie de selador de vedação para que eventuais furos no casco não permitam o vazamento da água do oceano para dentro do navio. Se o selador for mal aplicado, a água do oceano irá vazar para o interior do navio, fazendo-o naufragar. A mesma coisa acontece numa companhia, com a diferença de que ao invés dos tripulantes a bordo morrerem afogados, eles são demitidos, presos, investigados e ficam com a reputação abalada.

  Apesar dos casos ocorridos citados anteriormente, a [B³] tem avançado muito no quesito governança e nós devemos continuar confiando nas companhias listadas para que assim elas possam expandir os seus negócios e alavancar o crescimento do Brasil. Não existe no mundo nenhum país desenvolvido sem uma bolsa de valores pujante. Se você decidiu investir o seu dinheiro na bolsa, dê um voto de confiança às empresas. O país e o seu patrimônio agradecem!        

       

Abraços,

Seja Independente