quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Afinal, preço importa?

 



Olá pessoal,

 

  Essa é uma dúvida que sempre paira na mente dos investidores iniciantes e é motivo de discussão constante nos fóruns de investidores na internet. Afinal, o preço da ação importa? Na minha opinião, não existe uma resposta padrão para esse tipo de pergunta, pois depende muito da estratégia adotada pelo investidor. Vou explicar.      

  Pegue-se, por exemplo, o caso da empresa WEG. A ação se valorizou em mais de 200% nos últimos 12 meses (fonte). Realmente ela está cara no momento, com um Preço/Lucro de 82,31 e um Preço/Valor Patrimonial de 15,53 (fonte). Nos fóruns e na mídia especializada há uma divergência grande entre os investidores quanto à compra ou venda da ação. No meu entendimento, se um investidor adota a estratégia Buy and Hold, aportando mensalmente durante vários anos para formar um preço médio, não vejo problema em comprar ações da empresa hoje, mas sugiro comprar bem pouquinho no mercado fracionário. Porém, se o investidor não aporta mensalmente, mas sim a cada trimestre, semestre ou ano, sugiro não comprar no momento. Já se um investidor adota a estratégia Swing Trade, que é aquela em que o investidor compra as ações na baixa e vende na alta para auferir ganho de capital, está totalmente fora de cogitação compra-la no momento, pois o ideal seria vende-la já que o mesmo provavelmente deve tê-la comprado na baixa há alguns anos atrás.             

  Não sou analista de valores mobiliários e não posso fazer nenhum juízo de valor dessa empresa e de nenhuma outra, mas eu vejo a WEG (minha opinião) como uma ótima empresa para investir no longo prazo, com um faturamento bem diversificado geograficamente e setorialmente, e com uma boa governança corporativa. Podemos dizer que é uma empresa “antifrágil”. Mas nunca saberemos até onde ela pode chegar num horizonte de longo prazo e, sendo assim, torna-se uma tarefa humanamente impossível estimar com precisão quanto ela valerá num prazo determinado. E isso vale para qualquer empresa. É como dizem alguns especialistas do mercado financeiro: “não fique tentando acertar o bumbum da mosca”.           

  Mas de uma coisa eu tenho certeza meu colega investidor. Independente de qual estratégia você adote, sempre procure investir em boas empresas. Cotação acompanha lucro. Não dê ouvidos aos ruídos do mercado. Procure fazer o seu próprio dever de casa, que é analisar a empresa sob todos os aspectos: governança, setor de atuação, reputação, participação de mercado, financeiro, contábil, etc. Lembre-se sempre que uma boa empresa não fecha as portas do dia para a noite. É um processo lento e gradual, quase como um filme em câmera lenta. Se porventura você vier a perder dinheiro com alguma, não se preocupe. Outras boas empresas irão compensá-lo no futuro, tenha certeza disso. 

 

Abraços,

Seja Independente                                      


quarta-feira, 28 de outubro de 2020

Certificado de Operações Estruturadas (COE)

 



Olá pessoal,

 

  Acredito que vocês já devem ter ouvido falar nessa sigla, não é mesmo? COE significa Certificado de Operações Estruturadas. Esse produto financeiro já é distribuído por bancos e corretoras há alguns anos no Brasil. Uma parte dos investidores que aplicam nesse tipo de produto podem se sentir satisfeitos, é verdade. Mas há controvérsias. Vou explicar.          

  Afinal, no que consiste o COE? O COE é um produto financeiro que consiste em mesclar ativos de renda fixa e ativos de renda variável em um pacote. É um produto semelhante aos fundos de investimentos, mas com algumas diferenças. Eles possuem uma data de vencimento para resgate, um valor mínimo de investimento, um indexador e apresenta ao investidor uma série de cenários diferentes de ganhos e perdas. Eles se dividem em 2 tipos: COE de valor nominal protegido, onde os investidores têm a garantia de que receberão de volta no mínimo o valor que investiu inicialmente (mas sem correção pela inflação), mesmo que os ativos de referência do produto tenham um desempenho negativo. Ideal para quem tem aversão à perda. E COE de valor nominal em risco, onde não há nenhuma garantia de devolução do valor investido inicialmente. Ideal para quem tem o perfil agressivo.

  Porém, um estudo de pesquisadores da FGV mostrou que a esmagadora maioria dos COEs vendidos a investidores de varejo tinham retorno esperado abaixo da chamada taxa livre de risco (representada pela Taxa Selic). Para entender melhor a respeito, leia essa matéria da Voce SA. Nessa matéria, eles explicam que as lâminas informativas do COE até dizem quais são os cenários de ganho e perda esperados. Mas não diz qual é a probabilidade de que determinado cenário se concretize. Outra desvantagem é a falta de liquidez desse produto. Alguns COEs chegam a ter um prazo de carência para resgate de 5 anos. Se o investidor quiser resgatar antes do prazo, poderá arcar com um prejuízo enorme. Outra desvantagem apontada pelo estudo é a de que nos COEs mais rentáveis, o risco de perda é tão grande que seria melhor investir na bolsa seguindo o índice Ibovespa. A lista de desvantagens é grande. O estudo ainda aponta que é praticamente impossível saber o quanto as instituições financeiras cobram para vender os COEs, pelo fato dessa taxa ser bem escondida na “estrutura” do produto (leia esse artigo até o final) . E uma última desvantagem do COE: a falta de cobertura do FGC (Fundo Garantidor de Crédito), ou seja, caso o banco emissor venha a falir, muito provavelmente você perderá o valor investido no COE.




  Antes de investir em qualquer produto oferecido pelo seu banco, se cerque de todas as informações necessárias. Se quiser você pode contratar um consultor de valores mobiliários ou um planejador financeiro para lhe auxiliá-lo nas decisões de investimento. Muitas vezes vale a pena. Lembre-se sempre dos conflitos de interesses. Nem sempre o que é melhor para você será melhor para a instituição. E vice-versa.

  

Abraços,

Seja Independente 


terça-feira, 27 de outubro de 2020

Brazilian Depositary Receipts (BDR)



Olá pessoal,

 

  Muitos de vocês devem ter visto na mídia especializada que a partir do dia 22 do mês corrente os investidores não qualificados – aqueles que possuem menos de 1 milhão de reais investidos – poderão investir em BDR. Mas afinal, o que é BDR? BDR (Brazilian Depositary Receipts) são certificados/recibos de depósito, emitidos no Brasil por instituições depositárias, que possuem como lastro valores mobiliários emitidos no Exterior, como ações de companhias estrangeiras (fonte). Vou explicar para vocês que essa notícia não precisa causar tanto alvoroço assim, pois a meu ver ela não é tão vantajosa assim como a mídia propaga.         

  Conforme eu tinha falado nesse artigo sobre investimento no exterior, essa modalidade de investimento no exterior não é a minha preferida. Mas eu não expliquei o motivo e é bem simples: esses produtos possuem baixíssima liquidez, pois as instituições depositárias não costumam emitir muitos recibos de depósito lastreados em ações estrangeiras, sem falar que não existem no Brasil opções de BDR lastreadas em outras classes de ativos, como os fundos imobiliários estrangeiros (REIT). Além disso, não é a mesma coisa de você investir diretamente numa ação estrangeira, pois na verdade você investe em um recibo de depósito que está lastreado numa determinada ação. Existe uma diferença aqui. Primeiramente, você não se torna sócio da empresa estrangeira ao adquirir o BDR. Segundo, as instituições depositárias desses recibos são na verdade intermediadoras entre as ações dessas companhias estrangeiras e você que investe nelas. Portanto, elas cobram taxas para repassar os dividendos a você que é o titular da BDR e ainda recolhem o IOF, diminuindo assim a rentabilidade. Terceiro, os BDRs envolvem custos tributários maiores. Como os EUA tributa os dividendos, estes são repassados líquidos de impostos, além das taxas e o IOF (é mole?). Além disso, o BDR não tem incentivo fiscal como as ações, ou seja, caso você venda futuramente auferindo ganho de capital, você terá que recolher 15% de imposto de renda. Para vocês terem uma ideia, caso você abra uma conta na Avenue (leia esse outro artigo aqui sobre investimento no exterior), por exemplo, e venda uma ação lá com ganho de capital, você terá isenção fiscal até o limite de 35 mil reais (isso mesmo, em reais) dentro de um mês.   

  Mas se mesmo após todas essas justificativas você ainda não se sentir a vontade para investir diretamente nos EUA, não tem problema. Você pode começar investindo no ETF IVVB11, que conta com uma diversificação já pronta para você e cobrando uma taxa de administração bem baixa. Mas lembre-se sempre que ao investir em ativos do exterior através do IVVB11 ou de BDRs, os seus recursos aplicados estarão sob a jurisdição brasileira. Como eu já expliquei em diversos artigos aqui no blog, o nosso futuro é incerto. Proteja-se!            



Abraços,

Seja Independente                                      


 

sábado, 24 de outubro de 2020

Por que eu preciso investir através de uma corretora de valores independente?

 



Olá pessoal,

 

  Muitos de vocês devem questionar por qual motivo os educadores financeiros recomendam as corretoras de valores mobiliários independentes, ou seja, aquelas que não são vinculadas aos bancos tradicionais, para começar a investir. Existem motivos de sobra para você optar por elas. Vou explicar.    

 Os negócios do mercado financeiro brasileiro se concentram, majoritariamente, no setor bancário. Sabemos que esse setor no Brasil é excessivamente concentrado, com 5 bancos dominando 80% do mercado. Essa concentração favorece o aumento do spread bancário, que é a diferença entre os juros cobrados pelos bancos nos contratos de empréstimo e os juros pagos pelos bancos na tomada de crédito (CDB e poupança). Também favorece o aumento das taxas de serviços e das taxas administrativas dos fundos de investimentos geridos e distribuídos por eles. Para vocês terem uma ideia do quão alto é o spread bancário brasileiro, até o ano passado ele era o 2º mais alto do mundo (fonte). Mas para o investidor do mercado financeiro, o que mais impacta os investimentos são as taxas administrativas absurdas cobradas nos fundos e as taxas de corretagem e custódia salgadas cobradas na corretora do banco. Como existe pouca competição e pouca diversidade no setor, não existe interesse em reduzir taxas e oferecer mais opções.      

  É diante desse cenário que surgem as corretoras independentes. Essas instituições financeiras surgem com um propósito bem diferente dos bancos tradicionais. O foco passa a ser o cliente, disponibilizando para ele um atendimento personalizado, dedicando uma atenção full time a ele. Nesse artigo publicado em junho eu falo um pouco a respeito. Através das corretoras o investidor pode acessar uma diversidade maior de investimentos a custos bem mais acessíveis do que nos bancos tradicionais, e ao mesmo tempo minimizando o máximo possível a influência dos conflitos de interesses existentes no mercado financeiro. E tudo isso é possível pelo fato dessas corretoras possuírem estruturas enxutas, com poucos funcionários com vínculo trabalhista e nenhuma agência de relacionamento, investindo majoritariamente em tecnologia. Essas instituições contratam profissionais certificados de forma autônoma, através dos escritórios de agentes autônomos de investimentos (ler artigo em destaque). Também contratam outros profissionais certificados, como os analistas de valores mobiliários, como também profissionais de diversas áreas, como economistas, engenheiros de software e profissionais de TI. Trabalham de forma totalmente online, desobrigando-as de abrirem agências físicas, limitando-se ao aluguel ou propriedade (depende da corretora) de um escritório em algum prédio comercial. Após a pandemia, muitos estão adotando o modelo home office.        

  O colega investidor deve ter em mente que os custos envolvidos nos investimentos impactam a rentabilidade deles no longo prazo. A lógica dos juros compostos também se aplica aos custos. Você pode até tentar formar algum patrimônio no mercado financeiro através das corretoras dos bancos tradicionais, mas é muito mais factível você formar um patrimônio volumoso nas corretoras independentes.

 

Abraços,

Seja Independente 


sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Preciso ser um expert em finanças para investir?

 



Olá pessoal,

 

  É bem verdade que muitos brasileiros que ainda não investem devem achar o mercado financeiro algo inalcançável, reservado apenas para os experts no assunto, sendo esses supostamente detentores de um QI acima da média. Mas não tem nada disso. Se você quiser entender um pouco mais a respeito do que eu estou falando, adquira o meu e-book Aprenda a Investir e SEJA INDEPENDENTE. Vou explicar por qual motivo muitos imaginam o mercado como algo exótico e complicado de entender.   

  Aqueles que ainda não investem e já tem uma certa idade imaginam que a bolsa de valores ainda funciona como antigamente onde os pregoeiros gritavam e gesticulavam incessantemente com um telefone no ouvido. Era o chamado pregão viva voz. E por que a nossa bolsa funcionava dessa forma? Para responder essa pergunta vou fazer uma breve retrospectiva: nas décadas de 80 e 90, o Brasil sofria com uma hiperinflação galopante, e para conte-la, o governo colocava a taxa de juros básica na lua, criando a figura do rentista, que é aquele cidadão abonado que aplica o seu patrimônio na renda fixa e aufere ótimos rendimentos sem fazer esforço nenhum. Além disso, o mercado de capitais brasileiro era excessivamente concentrado em poucas empresas, sendo muitas delas estatais. Esses fatores propiciavam a entrada majoritária de especuladores na bolsa, que eram aqueles indivíduos ultra-ricos que sabiam especular na bolsa, auferindo ganhos rápidos. Teve até um que se tornou famoso na época, chamado Naji Nahas, tido como o responsável pela quebra da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro em 1989 (fonte). Na época, eram raríssimos os investidores de longo prazo seguidores do Buy and Hold, como Luiz Barsi Filho, Lírio Parisotto e Luiz Alves Paes de Barros.    


Pregão viva voz


  Mas para a nossa felicidade, a taxa de juros básica foi caindo ao longo das décadas, chegando ao patamar atual de 2%, o mercado de capitais se fortaleceu e, com isso, a visão de longo prazo começou a se propagar entre os investidores iniciantes da bolsa de valores. Ainda existem muitos especuladores na nossa bolsa, é verdade. Não como acontecia na época do pregão viva voz, que foi extinto em 2009 e, desde então, um sistema de computadores e circuitos integrados fazem todo o trabalho dos operadores das mesas de operações. Mas os investidores estão começando a entender definitivamente que investir em ações de empresas e cotas de fundos imobiliários é a mesma coisa de comprar uma participação societária em negócios empresariais. E com um pouco de estudo é perfeitamente possível selecionar os melhores para compor a sua carteira de investimentos. Também é importante ter a disciplina necessária para alcançar as metas. Agora eu te pergunto: essas atitudes (estudo e disciplina) exigem mesmo de você um QI alto?

 

 

Abraços,

Seja Independente                                      


quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Posso investir todo o meu patrimônio em fundos de investimentos?

 


Olá pessoal,

 

  Essa é uma pergunta que é feita por uns 9 de cada 10 investidores conservadores, acredito eu. Afinal, é muito mais prático você colocar o seu dinheiro nas mãos de vários gestores profissionais, cada um se encaixando num objetivo que faz parte de toda a sua estratégia global de investimentos. Para que você possa conhecer melhor os tipos de fundos de investimentos, (leia esse artigo aqui). Vou explicar para vocês o meu ponto de vista.   

  Respondendo a pergunta do título: se você quiser, sim! Você pode investir 100% do seu patrimônio em fundos, mas lembre-se de que não existe almoço grátis no mercado financeiro. Você terá que arcar com a taxa de administração e uma eventual taxa de performance, caso esteja previsto no regulamento do fundo e o mesmo consiga ultrapassar o benchmark (índice de referência). Mas o pior não é isso. Você terá que gastar tempo para estudar os melhores fundos de investimentos para cada objetivo que compõe a sua estratégia. Caso você não tenha tempo para tal atividade, sugiro gastar dinheiro com a contratação de um consultor de valores mobiliários ou um planejador financeiro para lhe ajudar a encontrar os melhores fundos de investimentos. Não aconselho você seguir as recomendações do seu gerente do banco, lembre-se dos conflitos de interesses. Mas caso você confie nele, aconselho a estudar um pouco por conta própria para que você tenha capacidade de filtrar as informações necessárias para uma correta tomada de decisão.       

  Não tem jeito colega. Se você quiser alcançar a independência financeira, você terá que pagar um preço, mesmo que você delegue o seu patrimônio a vários gestores de fundos. Caso seja essa a sua decisão, procure logo ajustar as suas expectativas, definindo uma média de rentabilidade mais condizente com a sua estratégia. Lembre-se que ao aceitar uma rentabilidade menor, mesmo exigindo um valor patrimonial final muito grande, você terá que compensar essa lacuna de alguma forma. Você pode aumentar substancialmente os aportes ou pode começar desde já a investir para aumentar o poder dos juros compostos. A segunda opção vai exigir menos de você, financeiramente. Basta você ter a disciplina necessária para aportar todo mês. Fica a dica!

        

Abraços,

Seja Independente                                     

quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Qual é o melhor método de estudo para começar a investir?

 



Olá pessoal,

 

  Muitas pessoas que estão começando a investir agora devem se perguntar diariamente se o método de estudo que estão seguindo é o melhor para começar a investir no mercado financeiro. No meu entendimento, não existe um método padrão a ser seguido, mas sim aquele que é mais apropriado para cada perfil de risco. Vou explicar melhor.

  Indo direto ao ponto, sem arrodeio: investidor muito conservador, que não se interessa pelo mercado financeiro, preza sobretudo pela segurança e não pode ouvir falar em desvalorização de carteira, não dará prioridade a qualquer método de estudo, por mais simples que seja. Ele delegará os seus investimentos a um profissional do mercado ou fará um curso intensivo para aprender a investir de uma forma automática e segura, na melhor das hipóteses.     

  Já o investidor agressivo é aquele que já tem um certo conhecimento do mercado, tem um nível de tolerância ao risco maior e, em muitos casos, empreende na área ensinando as outras pessoas a investirem. Para esse tipo de investidor, fazer um curso é bem-vindo, mas não é suficiente. É interessante, no meu ponto de vista, tirar alguma certificação profissional, ou pelo menos ser aprovado no exame obrigatório para tirar a certificação, que é o meu caso (fui aprovado no exame da ANCORD no início desse ano para me tornar assessor de investimentos). Também é muito interessante ler muitos livros, artigos e notícias sobre economia e investimentos, como também produzir conteúdo na internet, que é o que eu faço atualmente.

  Já o investidor moderado, e eu deixei para falar sobre ele por último de propósito, é aquele que está entre o conservador e o agressivo. Ele aceita um pouco de risco na sua carteira, mas sempre prezando pela segurança. Nesse perfil de risco, encontramos investidores que agem como conservadores e outros que agem como agressivos. É um tipo de investidor que está em constante metamorfose, procurando referências para traçar o seu próprio método de estudo. E aqui vai uma dica valiosa para você que é moderado: procure, inicialmente, ler muitos livros e conteúdo de boa qualidade na internet, independente de ser pago ou não. A leitura, associada à prática, é essencial paro o processo de aprendizagem.

  Para mim, o melhor método de estudo é e continua sendo a leitura de bons livros e artigos de sites e blogs. Com esse método, eu consigo ter referência de vários profissionais de várias partes do mundo, sem arcar com custos significativos e a minha disposição sempre que eu quiser ler novamente. Fica a dica!

       

Abraços,

Seja Independente