domingo, 21 de novembro de 2021

Não seja ganancioso!

 




Olá pessoal,

 

  Hoje eu gostaria de falar para você sobre um sentimento que se torna muito latente quando uma pessoa começa a investir na bolsa de valores: a ganância! Esse sentimento pode aniquilar totalmente as chances de um investidor construir um bom patrimônio na bolsa de valores. Vou explicar como isso acontece na prática.           

  Quando as pessoas começam a investir na bolsa, elas geralmente desconhecem o seu nível de conhecimento na área de finanças, investimentos e tributos, o seu perfil de risco e as suas metas de curto, médio e longo prazo. Elas simplesmente se jogam na bolsa achando que alcançarão a riqueza ou determinado valor que elas almejam muito (ex.: 1 milhão de reais) num prazo curto de 6 meses ou 1 ano através de uma “técnica secreta” ou seguindo diquinhas de terceiros que muitas vezes estão querendo manipular as “massas desavisadas”.              

  As pessoas precisam compreender que a bolsa de valores não é um atalho para enriquecer instantaneamente. A bolsa é um ambiente onde a pessoa pode investir o seu suado dinheiro para preservar o seu poder de compra (proteger da inflação) e para construir um patrimônio que lhe dê guarida na velhice.          

  Você precisa focar no que você é bom! Se você é médico, foque na medicina! Se você é dentista, foque na odontologia! Se você é advogado, foque na advocacia! Se você é empresário, foque na sua empresa! Ao focar no seu trabalho, você conseguirá aumentar a sua renda gradativamente ao longo do tempo, lhe permitindo aportar mais nos investimentos distribuídos na bolsa de valores.

  Compreenda que na equação dos juros compostos, a variável rentabilidade é a que está mais fora do nosso alcance. Você poderia ser o melhor investidor do mundo, mas a rentabilidade da sua carteira de investimentos caiu assustadoramente no início da pandemia no ano passado (2020), assim como ocorreu com todos os outros investidores.

  A variável tempo está mais sob o nosso controle, mas numa zona cinzenta, intermediária, entre a rentabilidade e o aporte. Isso se deve ao fato de que uma pessoa pode demorar muito tempo para tomar a iniciativa de investir por questões de insegurança e/ou problemas financeiros momentâneos, como também de que uma pessoa pode começar a investir numa idade avançada e não ter um horizonte de tempo mais esticado para aproveitar o efeito dos juros compostos.

  Já a variável aporte é a que está mais sob o nosso controle. Você é quem determina quanto você quer poupar da sua renda para aportar nos investimentos. Coloque uma coisa na sua cabeça meu caro leitor: quando você se compromete com uma meta financeira, não tem nada nesse mundo que impeça você de alcançar essa meta, pois quando você se compromete, o universo conspirará ao seu favor! Você precisa apenas de um pouco de conhecimento, paciência para ver a “grama crescer” e disciplina para aportar todo mês. Faz o feijão com arroz e vai na fé que você alcançará todos os seus objetivos traçados através dos investimentos. 

  Quer saber como atingir os seus resultados 3x mais rápido? Então envie uma mensagem para mim pelo Whatsapp, E-mail, Instagram ou Facebook e descubra como!        

   

 Abraços,

Seja Independente                                      


sexta-feira, 12 de novembro de 2021

O método para ter dinheiro em abundância!

 



Olá pessoal,

 

  Hoje eu gostaria de falar para você sobre um método que existe para você ter dinheiro em abundância na sua vida. Esse método se chama GCPM. Vou mostrar para você no que consiste esse método!           

  O método GCPM consiste em 4 pontos essenciais:


1) G de GERAR dinheiro => Você deve gerar dinheiro aumentando a sua renda gradativamente ao longo do tempo;


2) C de CUIDAR do dinheiro => Você deve cuidar do dinheiro evitando entrar em ciladas e poupando uma parte da sua renda mensal;


3) P de PROTEGER o dinheiro => Você deve proteger o dinheiro contratando seguros contra catástrofes que possam ocorrer com o seu patrimônio;


4) M de MULTIPLICAR o dinheiro => Você deve multiplicar o dinheiro investindo com sabedoria o que você consegue poupar da sua renda mensal.    

         

  Seguindo esses 4 passos você conseguirá ter dinheiro em abundância na sua vida. Obviamente que não é fácil. Gerar dinheiro é a parte mais difícil, pois não é fácil aumentar a renda gradativamente ao longo do tempo. Requer muito esforço e dedicação.    

  Mas os passos seguintes são mais fáceis de praticar, pois ao criar o hábito de praticá-los ao longo da sua vida, você não sente mais dificuldade em mantê-los na sua rotina.         

  Toda mudança é difícil, é verdade. Mas vale a pena quando você passa a enxergar o mundo do topo da montanha, não importa o tempo que você leve para chegar lá.  

  Se fosse fácil qualquer mudança, todas as pessoas desse mundo estariam musculosas com o abdômen trincado e a conta bancária recheada de dinheiro.

  Portanto, comece agora a seguir esses passos! Não perca mais tempo na sua vida! Vá no seu ritmo, mesmo que você ache devagar, mas não pare jamais até você conseguir.

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 Abraços,

Seja Independente                                      


quarta-feira, 10 de novembro de 2021

Palestra sobre ETF

 





Olá pessoal,


Gostaria de agradecer aos colegas Márcia Vasconcelos e Domingos Viscondes por mais uma oportunidade de ministrar uma palestra para os colegas do curso.

Foi uma palestra sobre ETF (Exchange Traded Fund), que é um fundo de investimento do tipo fechado que replica um determinado índice do mercado financeiro.

O mercado de ETFs já é bastante maduro nos EUA e em outros países desenvolvidos. No Brasil esse mercado está começando a se desenvolver.

Quer aprender mais sobre ETFs? Então assista essa palestra que está ótima!


Abraços,
Seja Independente


O seu negócio deveria ser acumular ativos!

 



Olá pessoal,

 

  Hoje eu gostaria de falar para você sobre um segredo para alcançar a independência financeira. Esse segredo é revelado no livro Pai Rico Pai Pobre, do autor norte-americano Robert Kiyosaki. Vou mostrar para você no que consiste esse segredo!  




         

  Na lição nº 3 do livro, o autor chama atenção para um problema frequente: muita gente confunde passivo com ativo. O autor explica que ativo é tudo aquilo que COLOCA dinheiro no seu bolso e passivo é tudo aquilo que TIRA dinheiro do seu bolso. Muita gente pensa que casa e carro próprios (sem intenção de alugar) são ativos, mas na verdade eles são passivos, pois geram despesas que tiram dinheiro do seu bolso. O autor lembra que o seu negócio deve ser acumular ativos geradores de renda, e não necessariamente abrir um negócio próprio.             

  Quanto mais ativos você tiver, maior será a sua renda proveniente do seu patrimônio líquido formado por esses ativos (renda passiva). Ela se tornará tão grande ao longo do tempo, que ela chegará ao ponto de ser maior do que a própria renda proveniente do seu trabalho. Quando isso acontecer, você não precisará trabalhar mais por obrigação, mas sim por opção. É a famosa independência financeira.          

  O caminho mais fácil para você alcançar a sua independência é através da bolsa de valores. A bolsa é o meio mais democrático para alcançar esse fim. Até mesmo homens simples de baixa renda e instrução alcançaram a independência ao longo da história através da bolsa.         

  Mas você pode diversificar o seu patrimônio através de investimentos fora da bolsa de valores, como imóveis físicos geradores de renda, royalties, participações em startups, etc. O importante é que você consiga manter o fluxo de renda em direção ao seu bolso pelo máximo de tempo possível.  

  Porém, essa diversificação fora da bolsa se faz necessária após atingir um patrimônio bastante volumoso. Até lá não compensa diversificar tanto, pois existem investimentos, como os imóveis físicos, que exigem despesas de transação muito altas e que, consequentemente, corroem a rentabilidade do seu patrimônio total.

  Portanto, caso você deseje fortemente alcançar a independência financeira e/ou outros objetivos, recomendo fortemente que você foque em acumular ativos geradores de renda. Após a sua renda passiva superar a sua renda ativa, aí sim você poderá comprar os artigos de luxo que você sempre quis. Afinal, dinheiro também serve para gastar, não é mesmo!?

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 Abraços,

Seja Independente                                      


terça-feira, 2 de novembro de 2021

Patrimônio não se gira, se acumula!

 



Olá pessoal,

 

  Hoje eu gostaria de falar para você sobre um “pulo do gato” que existe para quem quer formar patrimônio no longo prazo e viver dos rendimentos dele. Sim, existe um pulo do gato simples e prático para quem quer atingir tal objetivo, mas não é fácil para a maioria esmagadora das pessoas pelo simples fato dessa maioria não ter a paciência e a disciplina necessárias. Vou mostrar para vocês como é simples!           

  Primeiramente, é necessário que você compreenda que quanto mais você gira o seu patrimônio, mais você arca com despesas. Por exemplo, quando você vende ativos de renda variável, como ações, fundos imobiliários, ETFs, etc., você arca com o imposto de renda sobre o ganho de capital (lucro), com a taxa de corretagem de venda, com os emolumentos da [B³] (a bolsa de valores brasileira), com o ISS (imposto municipal sobre serviços) e sem contar o fato de que você arca com essas três últimas despesas no momento da compra.          

  Quanto mais você arca com despesas incidentes sobre o giro dos seus investimentos (que fazem parte do seu patrimônio), menor é a rentabilidade líquida dos seus investimentos e, consequentemente, menor será o seu patrimônio.        

  O mesmo raciocínio também vale para os bens que compõe o seu patrimônio. Quanto maior a frequência com que você troca de carro e de casa, maior será o volume de despesas incidentes sobre o giro de patrimônio. Você NÃO precisa ficar trocando de carro a cada 2-3 anos. Você NÃO precisa ficar trocando de casa a cada 3-4 anos. Nesse caso dos bens, o volume de despesas é ainda mais violento, pois a cada troca você arca com as mais variadas taxas com departamentos estaduais de trânsito, cartórios, corretagens, despachantes, etc. Já no caso dos investimentos, esse impacto com as despesas é menor haja vista algumas corretoras de valores estarem isentando os seus clientes da taxa de corretagem, apesar das outras taxas (emolumentos da bolsa de valores e ISS) continuarem existindo.        

  Após compreender essa primeira parte do pulo do gato, você deve compreender a segunda parte dele. Quanto mais tempo você permanece com os seus investimentos, maior será o efeito dos juros compostos, na medida em que a rentabilidade deles e, consequentemente, os juros sobre juros, será maior, pois a incidência do imposto de renda sobre eles será inexistente, já que você não estará auferindo nenhum ganho de capital com eles.

  Compreenda que o fator mais importante na acumulação de patrimônio é o tempo, pois é ele que potencializa o efeito dos juros compostos. Se você não fizer nenhuma besteira, ou seja, fizer o feijão com arroz, a rentabilidade líquida dos seus investimentos permanecerá constante com o tempo, fazendo aumentar de forma exponencial o seu capital (patrimônio).

  Portanto, caso você tenha um forte desejo de aumentar o seu patrimônio ao longo do tempo de forma que ele consiga prover o seu padrão de vida no futuro, pegue esse pulo do gato que você conseguirá isso sem sombra de dúvida.

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Abraços,

Seja Independente 


quarta-feira, 27 de outubro de 2021

O Brasil tem jeito?

 



Olá pessoal,

 

  Hoje eu gostaria de falar para você sobre um dilema que acomete a maioria dos investidores brasileiros: O Brasil tem jeito? Temos chance de nos tornamos um país desenvolvido no futuro? O Brasil será um bom país para se viver para as nossas gerações futuras? Existe uma luz no fim do túnel? Esses e outros questionamentos sempre vêm às nossas cabeças em épocas de crise no nosso país que, diga-se de passagem, é a nossa realidade de sempre.            

  Assim como eu já expliquei em vários outros artigos do Blog, o Brasil padece de várias deficiências que atrasam o seu desenvolvimento: um sistema político intervencionista e perverso; uma população majoritariamente semianalfabeta e deseducada financeiramente; uma economia pouco diversificada; uma infraestrutura precária; uma insegurança jurídica latente; um péssimo sistema público de ensino; e uma população economicamente ativa decrescente em paralelo a uma população idosa crescente. O futuro do nosso país, por mais que sejamos otimistas, ainda é muito incerto.          

  Mas você, que é um investidor iniciante, pode se perguntar às vezes: “Mas Pedro, sempre existirão muitas oportunidades no Brasil. Temos vários exemplos de investidores de sucesso no nosso país, como Luis Barsi Filho, Lírio Parizoto, Luis Alves Paes de Barros, etc.”. Sim, é verdade! Mas não se esqueça de que o cemitério dos investidores brasileiros que fracassaram é grande e silencioso. Não é porque esses investidores que eu citei alcançaram o sucesso que você deve alocar todo o seu patrimônio no Brasil. Eles podem ter tido um pouco de sorte, apesar de ser inegável que eles tiveram competência ao longo do caminho. O que eu quero dizer é que você não precisa seguir a mesma estratégia adotada por eles. Você pode diversificar geograficamente os seus investimentos e alcançar o mesmo patamar de sucesso deles tendo corrido menos riscos.        

  Compreenda que quando você diversifica geograficamente, você protege o seu patrimônio em dois aspectos: cambial (diferentes moedas) e econômico (diferentes economias). Lembre-se que os obstáculos para diversificar geograficamente a sua carteira de investimentos foram removidos. Hoje você encontra fundos de investimentos abertos internacionais, ETFs de ações internacionais e BDRs nas corretoras aqui no Brasil e você também pode investir diretamente nos EUA abrindo uma conta numa corretora de lá. A corretora que uso lá é a Avenue.      

  Apesar de sermos brasileiros e não desistirmos nunca, lembre-se que o futuro sempre será imprevisível. Não precisa chegar ao patamar catastrófico da Venezuela para você perceber isso. Chegar ao patamar dos nossos Hermanos argentinos já é suficiente. Ou você acha que sempre haverá uma equipe econômica brilhante pronta para implantar um “novo plano Real”?

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Abraços,

Seja Independente 


terça-feira, 12 de outubro de 2021

O problema não é o dinheiro. O problema é o ser humano!

 



Olá pessoal,

 

  Hoje eu gostaria de falar para você sobre uma crença limitante que ainda permanece no inconsciente coletivo, que é a crença de que o dinheiro é a raiz de todo o mal que existe no mundo. E eu vou explicar para você que o problema não é o dinheiro, mas sim o ser humano.               

  Compreendam que o dinheiro nunca poderá ser o responsável em si por qualquer coisa de ruim que aconteça nesse mundo. O dinheiro é algo criado pela mente humana e o motivo de sua criação se deveu ao fato de que os seres humanos precisavam criar algo que facilitasse as transações comerciais, pois antes do surgimento do dinheiro os seres humanos transacionavam mercadorias e serviços através do escambo, que consistia basicamente na troca de mercadorias e serviços que fossem equivalentes em valor. Uma cesta de 1 dúzia de ovos era equivalente a uma garrafa de 1 litro de leite ou 2 galinhas eram equivalentes a 1 quilo de carne bovina ou uma cesta de 1 quilo de legumes e verduras eram equivalentes a uma cesta de 1 quilo de frutas, e assim sucessivamente.         

  O escambo, como vocês devem ter percebido, foi se tornando impraticável ao longo do tempo pelo fato de ser muito difícil mensurar o valor das mercadorias e serviços na medida em que a tecnologia foi evoluindo e gerando mais mercadorias e serviços com valor agregado maior. Após o surgimento da Revolução Industrial na Inglaterra do século 18, tornou-se praticamente impossível continuar praticando o escambo em várias regiões do globo, passando os seres humanos a adotar em larga escala as moedas fiduciárias lastreadas em metais preciosos, como ouro e prata.     

  Percebam que o dinheiro é fruto da mente humana. O ser humano é o único animal da face da terra que cria símbolos a partir de sua mente, como a religião, a política, a filosofia e o dinheiro. E justamente pelo fato do dinheiro ser uma criação da mente humana que ele não pode ser jamais demonizado.     

  Quando alguém fala: “Está vendo como o dinheiro é invenção do Satanás, fulano? Sicrano, depois que ficou rico, ficou todo besta (esnobe). Não fala mais com os familiares e amigos pobres. Só quer saber de estar com os ricos iguais a ele e ostentar”, essa pessoa não compreende que o dinheiro não é a causa da mudança de comportamento, mas sim a própria pessoa. O dinheiro é apenas um meio para a pessoa potencializar as características que ela já tinha antes de tornar-se rica. Ou essa pessoa mantinha as suas características negativas adormecidas ou essa pessoa demonstrava essas características de forma muito tímida por não possuir o dinheiro na época, dinheiro esse que seria o meio, instrumento ou ferramenta para ostentar e humilhar os outros.

  Se antes de tornar-se rico você era uma pessoa arrogante, esnobe, mesquinha e ressentida, após alcançar a riqueza você poderá potencializar essas características. Da mesma forma, se antes de tornar-se rico você era uma pessoa atenciosa, humilde, generosa e compreensiva, após alcançar a riqueza você poderá potencializar essas características.  

  Para que fique mais claro ainda, se você for um leitor assíduo da Bíblia Sagrada, você verá que existe uma passagem Nele que diz: “É mais fácil um camelo passar por uma agulha do que um rico entrar no reino dos céus”. Perceba que a passagem fala em “rico” e em nenhum momento fala em “dinheiro”, até porque naquela época o conceito de dinheiro ainda era muito incipiente (pouco usual), pois a massa populacional era muito pobre historicamente não apenas no Império Romano, mas também em outras regiões do globo, sendo o escambo a forma mais comum de transacionar mercadorias e serviços. O denário, que era a moeda utilizada pelos imperadores romanos, era restrito aos imperadores e aos nobres da época e muito pouco utilizado pela grande massa populacional, até porque quando o denário chegava às mãos da grande massa, ele já não valia mais nada por causa da hiperinflação da época.




  Portanto, meu caro leitor, se você ainda acha que o dinheiro é coisa do capeta e é a raiz de todo o mal, reflita se ele realmente é a causa. A causa de todo mal nesse mundo vem do próprio âmago do ser humano, permeado de ganância, luxúria, arrogância, inveja e todas as outras características nocivas que juntas formam a energia negativa que se contrapõe à Inteligência Infinita do Universo. Essa energia negativa é chamada por alguns de Diabo.

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  Abraços,

Seja Independente