quarta-feira, 8 de junho de 2022

O lado oculto da liberdade financeira!

 




Olá pessoal,

 

  Hoje eu gostaria de falar para você sobre algo que a maioria esmagadora das pessoas que tem liberdade financeira não percebe: a necessidade de alcançar a independência financeira. Você pode estar se perguntando agora: “Mas não é a mesma coisa?”. E eu te respondo: não, não é a mesma coisa! Vou explicar neste artigo a diferença entre ambos e o motivo pelo qual você deve alcançar a independência financeira antes de alcançar a liberdade financeira.       

   Primeiramente, precisamos definir o que é liberdade financeira. Liberdade financeira é a situação onde o indivíduo possui uma renda suficiente para manter o padrão de vida que ele sempre desejou. Com essa renda ele pode adquirir a casa que ele quer, o carro que ele quer, ir aos restaurantes que ele quer, viajar para os lugares que ele quer, etc. Mas, caso esse indivíduo nunca tenha poupado e investido um único centavo sequer para formar um patrimônio no futuro, ele pode perder a liberdade financeira dele num piscar de olhos, bastando para isso a perda da fonte ou das fontes de renda dele que proporcionam tal liberdade. Isso pode ocorrer em casos de desemprego, falência de negócio e doença. A partir daí ele dependerá de terceiros para poder sobreviver, mesmo que temporariamente.              

   Agora imagine que esse mesmo indivíduo tenha formado um patrimônio ao longo dos anos e que gere uma renda suficiente para manter o padrão de vida dele sem a necessidade de trabalhar. Quando isso ocorre, dizemos que o indivíduo alcançou a independência financeira. Pode-se dizer que a verdadeira “liberdade financeira” é a independência financeira, na medida em que esta última proporciona ao indivíduo: 1) liberdade geográfica, ou seja, ele pode estar no lugar que quer e na hora que quer; 2) liberdade temporal, ou seja, o indivíduo é quem controla o seu tempo, podendo fazer o que quer e na hora que quer; e 3) liberdade de escolha, ou seja, o indivíduo trabalha por opção e no que ele mais gosta de fazer, e não mais por necessidade.   

    Por esse motivo que eu sempre recomendo alcançar a independência financeira antes de alcançar a liberdade financeira. A maior tranquilidade que você pode ter na vida é não depender mais financeiramente de terceiros. Após adquirir essa tranquilidade, você passará a ter mais paz, saúde e felicidade na sua vida!

 

  Abraços,

Seja Independente                                      


segunda-feira, 6 de junho de 2022

Somente o conhecimento liberta!

 




Olá pessoal,

 

  Hoje eu gostaria de falar para você sobre uma verdade que vale não apenas para os investimentos, mas para a vida: somente o conhecimento liberta! Para que você não fique refém das mídias financeiras, dos bancos e corretoras, e dos influenciadores digitais, você precisa adquirir um mínimo de conhecimento básico em finanças para se tornar capaz de filtrar as toneladas de informações tendenciosas que circulam diariamente nos meios de comunicação utilizados por esses atores citados acima.       

   Primeiramente, me permita fazer um alerta para você que tem um perfil conservador nos investimentos, abomina tomar risco e preza por segurança acima de qualquer coisa: você não tem a opção de não se preocupar em multiplicar o seu dinheiro ao longo do tempo. Você DEVE multiplica-lo! Não é opcional, é obrigatório! Por mais que você saiba gerar MUITO dinheiro com a sua profissão, saiba que você não está a salvo dessa regra. E sabe por quê? Porque existe uma coisa chamada inflação, que corrói o poder de compra da sua renda e, consequentemente, diminui o seu padrão de vida ao longo do tempo. Caso você opte por não se preocupar com isso e deixar todo o seu dinheiro na Caderneta de Poupança, por exemplo, você acumulará um patrimônio insuficiente para manter o seu padrão de vida no futuro.         

   Pelo menos o mínimo de conhecimento em finanças você deverá ter para não ficar refém de pirâmides financeiras, de informações tendenciosas por parte dos agentes financeiros, da Previdência Social, dos fundos de pensão estatais e das promessas feitas por políticos. Somente VOCÊ tem a capacidade de se libertar de todas as amarras que te impedem de alcançar a liberdade financeira.   

    Não é somente o conhecimento na sua área de atuação que te liberta da pobreza. O conhecimento em finanças também é essencial na medida em que ele preserva o seu poder de compra e lhe permite manter o seu padrão de vida ao longo do tempo sem a necessidade de você trabalhar mais. Compreende?     

   Recomendo adquirir o conhecimento necessário para gerenciar as suas finanças. Ao fazer isso, você não apenas transformará a sua vida, mas também de todos aqueles que o rodeiam!    

 

  Abraços,

Seja Independente                                      


sábado, 4 de junho de 2022

Devo usar o meu FGTS para investir na Eletrobras?

 




Olá pessoal,

 

  Hoje eu gostaria de falar para você sobre uma novidade recente no mercado financeiro: o Governo Federal permitirá o uso de até 50% do FGTS para investir na empresa de energia elétrica estatal Eletrobras, que está em processo de privatização (fonte). Para saber como investir usando o seu FGTS, clique aqui. Vou explicar neste artigo se vale a pena ou não investir na Eletrobras usando o seu FGTS.       

   Primeiramente, o leitor precisa saber que o FGTS rende 3% ao ano, não chegando a repor a inflação nem de longe. É absolutamente a pior aplicação financeira que existe. Partindo desse pressuposto, pode-se perceber que muito provavelmente qualquer investimento no mercado financeiro, no longo prazo, proporcionará um retorno muito maior do que o FGTS. Mas não podemos esquecer de um elemento presente em qualquer investimento: o risco!    

   Ações de empresas são investimentos de renda variável. Isso significa dizer que eles podem ter um retorno muito bom como também podem ter um retorno muito ruim, no longo prazo. Baseando-se nisso, caso você nunca tenha investido numa ação de empresa, você deve refletir se você tem estômago suficiente para encarar a volatilidade do preço das ações da Eletrobras ao longo dos anos.  

    Uma forma prática de você saber se você tem estômago para tal é você analisar o seu perfil de risco nos investimentos. Se você é uma pessoa com perfil conservador, que não gosta de assumir risco e preza, sobretudo, por segurança, aconselho a não investir na Eletrobras. Agora, se você é uma pessoa com perfil agressivo, que tem uma tolerância maior ao risco, aconselho a investir.    

   Saindo da análise micro, e partindo para uma análise macro, vejo esse movimento como positivo por parte do governo, pois fomenta o desenvolvimento do mercado de capitais no nosso país na medida em que “planta uma semente” na nossa sociedade, desenvolvendo uma cultura de investimentos, principalmente se mais movimentos como esse se repetirem no futuro.    

 

 Abraços,

Seja Independente                                      


sexta-feira, 3 de junho de 2022

Dividendos não é tudo!

 





Olá pessoal,

 

  Hoje eu gostaria de falar para você sobre uma estratégia muito difundida por alguns influenciadores digitais atualmente, que é a estratégia de investimentos em ações de empresas pagadoras de dividendos. Quero lhe alertar neste artigo que essa estratégia não é a melhor! Existe uma estratégia melhor que vou te mostrar agora. Mas antes de mostrar eu preciso explicar alguns pontos a você.     

   Primeiramente, você precisa compreender que a pedra angular de qualquer carteira de investimentos é o binômio risco-retorno. Risco e retorno são diretamente proporcionais. Quanto maior o risco, maior o retorno. A sua tarefa principal como investidor é simplesmente chegar a um denominador comum para o risco-retorno da sua carteira, ou seja, saber dosar a quantidade de risco presente na sua carteira dada a quantidade de retorno que você deseja alcançar. Em outras palavras, a que custo (risco) você deseja alcançar determinado retorno. O Santo Graal de qualquer carteira de investimentos é alcançar o máximo de retorno possível correndo o mínimo de risco possível. Pegou a visão?

   Agora compreenda que para você alcançar o Santo Graal, você precisa diversificar com sabedoria a sua carteira de investimentos. E não necessariamente você diversificará bem a sua carteira investindo apenas em ações de empresas pagadoras de dividendos ou em fundos imobiliários, ou em ambos. Você precisa diversificar em classes de ativos diferentes, em ativos diferentes e de boa qualidade, e em geografias diferentes.

    Compreenda que você NÃO pode analisar um ativo somente pelo quanto que ele gera de dividendos para você. Dividendos são consequência dos resultados alcançados pelas empresas. Após terem lucros, as empresas podem pagar dividendos aos seus acionistas como também podem reinvestir esses lucros para que elas possam crescer.   

  Quando você for analisar uma empresa, você precisa analisar o todo! Caso você analise apenas o dividend yeld, que é o indicador de quanto a empresa paga de dividendos em relação ao preço delas, você poderá ter sérios problemas com essa empresa no futuro. E isso pode acontecer pelo simples fato de uma empresa poder pagar dividendos aos seus acionistas através de dívidas e não através de resultados.   

  Peguemos como exemplo o caso da empresa de telecomunicações Oi, que era uma das empresas que mais pagavam dividendos aos seus acionistas entre os anos de 2007 e 2013 e está em recuperação judicial há vários anos. Era um verdadeiro “castelo de areia”. Mas não precisamos ir muito longe! Caso você já invista em ações, você pode perceber que existem várias empresas do setor de utilidades públicas, como energia elétrica, saneamento e gás, que pagam ótimos dividendos, mas estão com dívida líquida alta e pouco caixa. Por quanto tempo essa política de dividendos se sustenta?

  Por outro lado, temos incontáveis exemplos de ativos de qualidade no Brasil e no mundo que não pagam muitos dividendos, mas que devem ser considerados na formação de qualquer carteira de investimentos.    

  Compreenda, meu caro leitor, que quanto menos conhecimento você adquire, mais dependente das dicas de terceiros você ficará! Esses terceiros têm conflitos de interesses e não estão preocupados com os seus resultados, mas com as metas deles. Para se livrar dessa dependência, estude e pratique incansavelmente. Apenas dessa forma você conseguirá adquirir o conhecimento necessário para alcançar os seus objetivos.

 

 Abraços,

Seja Independente                                      


quinta-feira, 26 de maio de 2022

Arriscado é você depender do INSS daqui a 40 anos!

 




Olá pessoal,

 

  Hoje eu gostaria de falar para você sobre uma crença limitante em relação à aposentadoria e investimentos que persiste nas mentes dos brasileiros: a de que a aposentadoria da Previdência Social ou INSS (Isso Nunca Será Suficiente) será suficiente para manter o seu padrão de vida no futuro. Mentiram pra você! Ela nunca será suficiente e vou te mostrar os motivos para você tirar essa crença limitante da sua mente hoje mesmo.     

   Quem é minimamente informado sabe que houve recentemente em nosso país uma reforma previdenciária com uma previsão de economia na casa dos trilhões de reais em décadas. E por qual motivo fizeram essa reforma? Simples: a Previdência Social está se tornando cada vez mais insustentável.   Por falar em reforma previdenciária, vamos entender quais foram as principais mudanças estabelecidas por ela, conforme quadro abaixo.


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    Vejam que as novas regras estabelecidas estão mais desfavoráveis para quem deseja se aposentar mais cedo. O estabelecimento de uma idade mínima para se aposentar, por si só, faz muita diferença para esses segurados. Sem contar o fato de que aqueles segurados que ganham mais, vão contribuir com mais, sendo até 14% (antes era 11%) para os segurados do regime geral e 22% para os segurados do regime próprio (servidores públicos federais). Já os que recebem menos vão ter uma contribuição menor, que começa em 7,5%. Diante dessa situação, não resta outra alternativa a não ser planejar uma previdência complementar através de uma carteira de investimentos bem equilibrada e formatada de acordo com o perfil de investidor do segurado.

  Mas fiquem sabendo que essa insustentabilidade previdenciária não é um problema exclusivamente brasileiro. Vários outros países ao redor do mundo estão enfrentando a mesma dificuldade e se vendo obrigados a reformarem também os seus sistemas de Previdência Social. E o principal motivo para tamanha dificuldade se deve às pressões demográficas na maioria dos países, ou seja, as populações de idosos estão aumentando significativamente. No caso do Brasil, estima-se que em 2050 a população de 60 anos ou mais será de 68 milhões de habitantes, conforme o gráfico abaixo.


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  E ainda existem estudos do governo e de alguns economistas que apontam para a necessidade de reformar a nossa Previdência Social novamente em menos de uma década, justamente pelo fato de que os brasileiros estão vivendo mais e as famílias estão tendo menos filhos. Com isso, menos jovens entrarão no mercado de trabalho e mais idosos viverão mais tempo precisando da aposentadoria para sobreviver. A conta não vai fechar.  

  Quanto à suficiência para a aposentadoria, é do conhecimento de todos que o cálculo do valor das aposentadorias baseia-se na média salarial de todo o período contributivo, ou seja, boa parte do total contribuído para a Previdência Social não retorna para o trabalhador na aposentadoria. Isto ocorre pelo fato da Previdência Social funcionar pelo regime de repartição, onde a arrecadação se dá pela cobrança de contribuição das pessoas que estão em atividade para o financiamento das aposentadorias daqueles que já estão aposentados. Para vocês terem uma ideia, a única forma de se aposentar com o teto da Previdência Social (regime geral) é contribuir com 14% do valor do teto durante 40 anos, além de ter a idade mínima e o tempo de contribuição suficiente para se aposentar com o valor máximo. Isso ocorre pelo fato da reforma da previdência ter modificado o cálculo da média dos salários, onde antes eram usados só os 80% maiores salários desde 1994 e descartados os 20% menores, e hoje (após a promulgação da reforma) a média é calculada com base em 100% dos salários.  Acredito que isso seja para poucos brasileiros e, convenhamos, você não vai querer aguardar tanto tempo para se aposentar com um boa aposentadoria.

  Você pode estar pensando agora: “Ah Pedro, mas eu sou servidor público e contribuo o excedente do teto do INSS para um fundo de pensão. Portanto, eu vou receber uma aposentadoria equivalente ao que recebia na ativa”. Meu caro leitor, deixe eu te explicar uma coisa: o seu fundo de pensão bonitinho lá pode ter problemas financeiros no futuro, seja por questões atuariais, seja por questões de governança (fraude), sendo obrigado a lhe cobrar uma contribuição extra para que ele possa manter a sua aposentadoria no mesmo patamar. A regra da casa sempre é: nunca confie 100% no governo e nos fundos de pensão ligados ou não ao governo. Procure formar o seu patrimônio para que no futuro ele lhe garanta rendimentos mensais de forma autônoma.

  Compreenda, meu caro leitor, que a sua contribuição previdenciária tem uma natureza de imposto, pois ele é obrigatório (para quem tem renda formal) e destinado ao financiamento das aposentadorias vigentes. Apenas uma parte do que você contribuiu voltará para você no futuro. Procure contar com a Previdência Social para lhe amparar em casos de doença, acidente e maternidade e para ajudar financeiramente aquelas pessoas que você ama. Mas não conte integralmente com ela para a sua aposentadoria. Combinado?

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 Abraços,

Seja Independente                                      


sábado, 21 de maio de 2022

Você não vai investir como um gestor de investimentos!

 




Olá pessoal,

 

  Hoje eu gostaria de falar para você sobre uma verdade nua e crua no mundo dos investimentos que é difícil de ser encarada. Você, que está começando a investir agora, não vai começar investindo da mesma forma que um gestor de um fundo de investimentos investe. Vou explicar.            

   O racional por trás de uma estratégia adotada por um gestor de um fundo de investimentos é totalmente diferente da estratégia adotada por você que é um investidor individual, pessoa física, mero mortal. Um gestor de fundo é aquele profissional altamente qualificado, com graduação e pós-graduação em instituições de ensino superior de ponta, tanto no Brasil como no exterior, que tem um vasto conhecimento em ciências contábeis, administração de empresas e economia, que tem várias certificações do mercado financeiro e que, por fim, conhece profundamente as empresas nas quais investe. E é neste último ponto que eu gostaria de me aprofundar. Os gestores gastam muita “sola de sapato” visitando as empresas nas quais investe, procurando criar um relacionamento com os executivos que trabalham nessas empresas, conhecer os funcionários que trabalham nelas, conhecer os fornecedores delas, enfim, os gestores realizam uma verdadeira “colonoscopia” nessas empresas. Tomando esses fatores como pressupostos, podemos concluir que os gestores possuem o conhecimento necessário para gerar um retorno muito acima da média do mercado para os seus cotistas. Eles sabem a hora certa de entrar e de sair de qualquer investimento. E fazem isso correndo o menor risco possível.   

   Vejam o caso de um gestor de fundos de investimentos bastante conhecido pelos investidores brasileiros. Ele se chama Henrique Bredda e é o gestor do fundo de ações Alaska Black Institucional. Ele investiu em empresas polêmicas num passado mais recente, como foi os casos da Magazine Luiza e da Cogna, sendo esta investida fortemente logo após a pandemia do Covid-19. Henrique conhece bem os executivos e os fundadores de ambas as empresas, o que o permitiu saber a hora certa de entrar nessas empresas e que, consequentemente, o permitirá saber a hora certa também de sair no futuro. 


Henrique Bredda. Gestor do Alaska Black.


  Muitos investidores iniciantes da Bolsa de Valores tentaram copiar a carteira de ações formada pelo Henrique Bredda e se deram mal. E isso aconteceu porque eles não souberam a hora certa de entrar nessas empresas, ou seja, não souberam comprar as ações dessas empresas a um preço barato. Além disso, provavelmente não tomaram as precauções necessárias para minimizar os riscos presentes numa carteira de ações, o que com certeza foi adotado como parte da estratégia do Henrique Bredda e que é adotado por todos os gestores de fundos de investimentos.  

  Portanto, se você é um mero mortal que está começando a investir em ações de empresas na Bolsa de Valores e se dedica bastante à sua atividade profissional, aconselho a não investir como investem os gestores de fundos de investimentos. Busque aumentar a sua renda gradativamente ao longo do tempo, aplique maiores quantias nos investimentos e invista apenas naquilo que você conhece. Se você tem um perfil de risco conservador, você pode delegar os seus investimentos aos gestores dos fundos de investimentos, tanto de renda fixa (principalmente) como de renda variável. Fazendo isso você conseguirá investir de uma forma tranquila e alcançará todos os seus objetivos. Se você tem um perfil de risco arrojado, nunca pise o pé no acelerador! Comece investindo pouco dinheiro nas ações das empresas e vá aumentando as aplicações na medida em que for adquirindo conhecimento prático e teórico. E o mais importante pra você: sempre diversifique em classes de ativos. Assim como as ações das empresas, os fundos imobiliários e os ETFs também são bons investimentos para ter um ótimo retorno no longo prazo sem correr muito risco. Vai por mim!     

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 Abraços,

Seja Independente                                      


quarta-feira, 11 de maio de 2022

Você não precisa estudar medicina!

 




Olá pessoal,

 

  Hoje eu gostaria de falar para você sobre um pensamento predominante na sociedade brasileira no que diz respeito a investimentos. Muitas pessoas acham que para começar a investir precisa estudar investimentos a fundo. Ou precisa fazer algum curso específico. Ou até mesmo uma graduação universitária na área de Humanas, como Economia, Contabilidade ou Administração. Para com isso cara! Você não precisa. Vou explicar.            

   Por exemplo, quando você vai ao médico para tratar uma infecção. Você vai até esse profissional para resolver um problema momentâneo de saúde. Ele vai lhe examinar e prescrever um tratamento médico. Você não precisa “estudar medicina” para se curar de uma determinada infecção naquele momento.  

   A mesma coisa vale para “tratar a sua saúde financeira”. Você não precisa estudar a fundo para começar a investir. Não precisa aprender cálculos estatísticos, geométricos, trigonométricos, integrais, algoritmos, etc... Se você é um profissional sério que se dedica integralmente à sua profissão e não tem tempo para se dedicar aos investimentos, não tem problema! Você pode contratar os serviços de um profissional para lhe ajudar com as suas finanças pessoais. É algo que vai lhe poupar tempo, dinheiro e problemas futuros, além de lhe permitir realizar sonhos.     

  Agora, se você é aquele tipo de pessoa autodidata, que gosta de adquirir conhecimentos diversos, e se preocupa em gerenciar as suas finanças de forma autônoma, sem depender de terceiros, saiba que nunca foi tão fácil aprender como nos dias atuais. O que não falta são opções para você estudar.  

  Portanto, se você quiser “estudar medicina” para “se prevenir de futuras infecções ao longo da vida”, vai em frente. Apenas quero lembrar que tudo na vida tem o seu bônus e o seu ônus. Não existe o certo e o errado. Se errar, arque com as consequências dos seus erros. Nada de apontar dedos tentando colocar a culpa nos outros. Cabe a você adquirir o conhecimento necessário para saber filtrar as toneladas de informações diárias despejadas pelas mídias financeiras, incluindo os seus influenciadores digitais favoritos.

  Apenas saiba que você não precisa manter todo o seu dinheiro na Caderneta de Poupança ou se deixar enganar pelos produtos financeiros dos bancos, como consórcios e títulos de capitalização, ou até mesmo pelas pirâmides financeiras, o que é mais grave. O conhecimento está aí disponível para você. Aproveite! Combinado?

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 Abraços,

Seja Independente