quinta-feira, 25 de junho de 2020
A propaganda do Itaú Personnalité!
sexta-feira, 24 de julho de 2020
Já abriu a sua conta digital?
Atualmente o consumidor brasileiro tem à sua disposição diversas opções de contas digitais das chamadas fintechs. As que eu poderia destacar aqui são: Nubank, Banco Inter, Banco Original, Banco Next, Banco Neon, C6 Bank, Agibank e Modal Mais. Alguns bancos tradicionais também possuem as suas contas digitais, como o Itaú e o Santander, porém sem a mesma gama de facilidades das contas digitais das fintechs (fonte). Como vocês podem ver nessa fonte, algumas dessas fintechs são empresas criadas por bancos tradicionais, como é o caso do Banco Next que foi criado pelo Banco Bradesco. Esse fato demonstra a preocupação que os bancos tradicionais têm em relação a essa revolução digital no mercado bancário. Os bancos tradicionais que não derem a devida importância a esse movimento tenderão a ficarem para trás.
Para quem ainda não abriu uma conta digital em uma dessas fintechs porque não se sente seguro em depositar o seu suado dinheiro em uma startup de tecnologia, fique sabendo que essas empresas são reguladas pelo Banco Central como qualquer outra instituição financeira e os depósitos nelas aplicados em CDB e RDB são cobertos pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito). Isso significa dizer que essas empresas devem seguir as mesmas regras seguidas pelos bancos tradicionais para se manterem solventes e terem uma boa governança corporativa, e em caso de falência delas, os mesmos mecanismos de proteção para os clientes que funcionam para os bancos tradicionais também funcionarão para elas. Sugiro aos leitores que desejam abrir uma conta digital, consultar previamente neste site aqui se a fintech ofertante da conta é associada ao FGC para que assim vocês fiquem resguardados.
sábado, 23 de maio de 2020
Tenham muita cautela nesse momento!
sábado, 17 de agosto de 2019
Diversificação e descorrelação de ativos!
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021
Você sabe o que é o Open Banking?
Olá
pessoal,
Vocês sabem o que é o Open Banking? Na esteira da agenda do Banco
Central de incentivo à competitividade no Sistema Financeiro Nacional, a
chegada do Open Banking tornará o cliente dono de seus dados financeiros e
poderá escolher quando e com quais empresas vai compartilhá-los. Mas afinal, do
que se trata isso?
Open Banking é um conjunto de regras e
tecnologias que vai permitir o compartilhamento de dados e serviços de clientes
entre instituições financeiras por meio da integração de seus respectivos
sistemas. O princípio fundamental do Open Banking é o consentimento do
usuário, ou seja, as empresas deverão, obrigatoriamente, compartilhar
informações de um cliente, se ele solicitar e autorizar a transmissão dos dados
para outra instituição. Funciona como uma portabilidade de operadora de
telefonia ou de alguns produtos bancários, como previdência privada.
No Brasil, está previsto o compartilhamento
de dados cadastrais, usados para abrir uma conta em banco, tais como:
1) Dados pessoais => Nome, CPF/CNPJ,
telefone, endereço, etc.;
2) Dados transacionais => Informações
sobre renda, faturamento no caso de empresas, perfil de consumo, capacidade de
compra, conta corrente, entre outros;
3) Dados sobre produtos e serviços que o cliente
usa => Informações sobre empréstimos pessoais, financiamentos, etc.
Tudo sempre com o consentimento do usuário.
No Brasil, apenas instituições financeiras
que funcionam sob algum tipo de regulação oficial do Banco Central poderão
participar. Sendo que as instituições financeiras classificadas como S1
(instituições que possuem porte igual ou superior a 10% do PIB ou que tenham
atividade internacional relevante) e S2 (instituições de porte entre 1% e 10%
do PIB) serão obrigadas a participar do Open Banking. São elas: Banco do
Brasil, Bradesco, Caixa Econômica, Itaú, Santander, BNDES, Citibank, Credit
Suisse, entre outros. As demais instituições têm adesão voluntária ao Open
Banking. Instituições de pagamentos, como Pic Pay, Mercado Pago, Nubank, entre
outros, poderão escolher se vão participar ou não do novo ecossistema.
As instituições receptoras dos dados terão um
prazo máximo de 12 meses para acessar os dados, segundo as regras do Banco
Central. Depois disso, o cliente precisará renovar o consentimento.
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| Clique na imagem para visualizar melhor |
O Open Banking visa justamente democratizar o
acesso aos diversos tipos de produtos financeiros, incluindo os empréstimos. Imaginem
o tempo que será economizado pelos diferentes usuários do Sistema Financeiro
Nacional, desde clientes pessoas físicas até empresas de todos os tamanhos, e o
quanto isso poderá ajudar a reduzir a alta concentração bancária e,
consequentemente, o spread bancário
nacional. Eu, particularmente, sou um torcedor fervoroso da modernização do
nosso Sistema Financeiro, que já há muito tempo é atrasado, ruim e caro.
O crescimento econômico de qualquer país
depende, primeiramente, de uma população preparada para o mercado de trabalho e
alfabetizada financeiramente, de um sistema financeiro descentralizado,
justo e transparente, e de um mercado de capitais robusto. O acesso ao
crédito de uma forma otimizada é uma peça-chave para o nosso crescimento.
Se você deseja aprender a utilizar melhor os
diferentes serviços financeiros para você e para o seu negócio, entre em
contato comigo no Instagram (link no início da página) e saiba como. Eu posso
te ajudar.
Abraços,
Seja Independente
quinta-feira, 17 de dezembro de 2020
Deixe de ser órfão do banco!
Olá
pessoal,
Muitos de vocês que são investidores
conservadores e sempre investiram através dos bancos tradicionais devem estar
se sentindo órfãos agora que a taxa Selic está mantida em 2% a.a. Os
rendimentos das aplicações em fundos de investimentos de renda fixa e CDB
(Certificado de Depósito Bancário) estão rendendo muito pouco, abaixo da
inflação. É uma situação completamente diferente da época entre o início do
Plano Real e a crise econômica de 2015/2016.
Conforme eu havia explicado nesse
artigo, está havendo uma redução da taxa Selic de forma gradativa nos
últimos 3 anos. Mesmo que a inflação dispare em 2021 e se mantenha elevada em
2022, economistas já estimam que a taxa Selic alcance no máximo 6% a.a. em
2022. Em outras palavras, é bem improvável que vejamos a taxa Selic voltar ao
patamar das últimas décadas e, além disso, proporcionar aos investidores uma
taxa real de rentabilidade bastante atrativa. Uma taxa de juros básica muito
elevada é um entrave para o desenvolvimento econômico do país, e os governantes
sabem disso. Eles envidarão todos os esforços para manter a taxa básica num
patamar adequado no longo prazo.
Portanto, meu caro leitor ainda órfão do
banco, ao abrir uma conta em uma corretora de valores para começar a investir,
não invista da mesma forma que investia no BB, CEF, Bradesco, Itaú, Santander,
etc. Esse pessoal já está ficando para trás no mundo dos investimentos. Quer
uma prova disso? Leia
essa matéria do site InfoMoney. Nela você irá perceber que os bancos
tradicionais continuam corroendo os rendimentos do seu fundo de renda fixa
cobrando mais de 1% de taxa de administração sem uma justificativa razoável.
Pare de investir em CDB de banco pequeno que oferece 120% do CDI ao ano, mas
prestes a falir e com nota de crédito (rating) baixa. Ou em fundos de
investimentos que cobram uma taxa de administração muito salgada para um
trabalho simples que poderia ser realizado por você tranquilamente. Ou em
produtos financeiros de procedência duvidosa, como COE (ver
aqui) e BDR (ver
aqui). Procure, antes de qualquer coisa, adquirir conhecimento para
explorar as melhores opções que as corretoras oferecem. Procure saber como
funcionam os títulos públicos e os ativos de renda variável.
Pare de delegar tanto a terceiros o que você
leva anos para construir com muito suor e sacrifício: a sua independência
financeira. Caso resolva aprender a investir de forma conservadora sem depender
tanto dos outros, eu posso te ajudar. Entre em contato comigo no Instagram
(link no início da página) e saiba como.
Abraços,
Seja Independente







