domingo, 25 de setembro de 2022

Saiba a diferença entre dívida boa e dívida ruim.

 




Olá pessoal,

 

  Muitos de vocês devem estar questionando se existe dívida boa já que toda dívida tira dinheiro do seu bolso através dos juros. Mas existe sim e vou explicar para vocês a diferença entre dívida boa e dívida ruim. 

  Dívida boa é aquela que alavanca um empreendimento que irá gerar renda para você no futuro. Você decide iniciar um negócio, mas não dispõe de nenhum capital. Então você vai ao mercado contrair dívida, podendo ser com bancos ou com investidores individuais. O grande segredo está na negociação da taxa de juros cobrada na dívida. Se a taxa de retorno do seu negócio for maior do que a taxa de juros da dívida, essa dívida terá valido a pena. Caso contrário, você terá que financiar o estoque de dívida com uma nova dívida, o que denominamos de rolagem de dívida.                                                   

  Já a dívida ruim é aquela que tem como finalidade corrigir um desequilíbrio financeiro. Ela não contribui para a geração de uma renda futura para você. Ela tira dinheiro do seu bolso para “tapar um buraco aberto por você”. Em alguns casos extremos é justificável contrair dívida ruim, pois nesses casos a reserva de emergência é completamente exaurida, restando como única opção a dívida. Sabemos que no nosso país muitas pessoas, por falta de educação financeira, contraem dívida ruim para corrigir constantes desequilíbrios financeiros, pois gastam mais do que ganham, seja por motivos fúteis (atender caprichos pessoais), seja por motivos nobres (pagar aulas de reforço do filho com dificuldade na escola). 

  E aí? Conseguiu compreender a diferença entre dívida boa e dívida ruim? Agora você já sabe que nem toda dívida é ruim!

  Se você curtiu esse artigo, compartilhe com outras pessoas que estão precisando tomar conhecimento.


Abraços,

Seja Independente


terça-feira, 23 de agosto de 2022

Como uma amortização antecipada das dívidas pode lhe beneficiar.

 




Olá pessoal,

 

  Meu nome é Pedro Pinheiro, sou Educador Financeiro e Co-fundador da Empresa Pague-se Primeiro e hoje eu gostaria de falar para você que está endividado e lhe mostrar como uma amortização antecipada das dívidas pode lhe beneficiar. 

  Dívida é toda operação de crédito que tira dinheiro do seu bolso e lhe empobrece gradativamente ao longo do tempo. Não é uma coisa boa para ninguém! E o que fazer para sair de um endividamento? Muito simples: você precisa criar o hábito de poupar e investir!                                                    

  Ao criar esse hábito você conseguirá sair de um endividamento muito antes do que você imagina, pois somente dessa forma você conseguirá amortizar antecipadamente todas as suas dívidas e isso lhe beneficiará muito no futuro na medida em que sobrará mais dinheiro para investir e enriquecer! 

  E como você pode amortizar antecipadamente as suas dívidas? Muito simples: além de pagar as prestações mensais, dentro do mesmo mês você deverá fazer amortizações extras através do pagamento de boletos emitidos por você dentro do gerenciador financeiro do banco credor da sua dívida. Caso tenha dúvida em relação à emissão dos boletos, você pode pedir ajuda a um Educador Financeiro.

  Ao amortizar antecipadamente as suas dívidas, você reduzirá os juros a pagar e, consequentemente, o número de prestações das dívidas. Ao fazer isso, você terá mais sobras de dinheiro para investir e realizar os seus sonhos.

  Compreenda que começar a investir tendo dívidas a pagar é como você correr uma maratona com uma bola de ferro presa ao seu pé. A chave para tirar essa bola de ferro é simplesmente amortizar antecipadamente as suas dívidas. Combinado?

 

Abraços,

Seja Independente


sexta-feira, 19 de agosto de 2022

Não seja o investidor mais inteligente e sim o mais sábio!

 





Olá pessoal,

 

  Meu nome é Pedro Pinheiro, sou Educador Financeiro e Co-fundador da Empresa Pague-se Primeiro e hoje eu gostaria de falar para você que ainda pensa que para ter sucesso nos investimentos precisa ser muito inteligente, quando na verdade você precisa ser sábio. Vou explicar a diferença.           

  Muitos investidores iniciantes na Bolsa de Valores, numa busca desenfreada por enriquecer instantaneamente, adotam estratégias muito arriscadas, correndo sérios riscos de perda total do capital investido. Em virtude dessa cultura de especulação que ainda existe no nosso país, muitos desses investidores iniciantes ainda acham que para se dar bem na Bolsa de Valores precisa ser muito inteligente, dominar cálculos matemáticos avançados, e por aí vai.

  E isso acontece por falta de conhecimento. A Bolsa de Valores não é cassino para você especular, mas sim um ambiente que desempenha 2 funções importantes: 1) Formar um patrimônio que vai gerar juros no futuro; 2) Proteger o dinheiro da inflação. Nada além disso!

  Sabendo disso, você deve ter a sabedoria suficiente para saber as doses certas de paciência e disciplina para formar o patrimônio no futuro que lhe proporcionará a renda de juros suficiente para a sua independência financeira.

  Para você se tornar um investidor bem sucedido na Bolsa de Valores, você não precisa fazer nada do que tentam lhe vender diariamente nas mídias financeiras. Você precisa fazer apenas o feijão com arroz após adquirir o conhecimento básico, e ter a disciplina e paciência necessárias para você não desistir no meio do caminho.

  Se ser muito inteligente fosse pré-requisito básico para se tornar um investidor bem sucedido na Bolsa de Valores, então todas as pessoas mais inteligentes do mundo seriam automaticamente investidores bem sucedidos e sabemos que não acontece dessa forma. É mais uma questão de personalidade do que de inteligência. Pense nisso!  

 

Abraços,

Seja Independente


quarta-feira, 22 de junho de 2022

O brasileiro ainda não aprendeu a lição!

 




Olá pessoal,

 

  Hoje eu gostaria de falar para você sobre uma verdade que incomoda muitos brasileiros, mas que é preciso ser dita: o brasileiro ainda não aprendeu a lição no que diz respeito a enriquecimento. O brasileiro ainda é muito curto prazista, ou em bom português, muito imediatista! Um fato incontestável para comprovar essa tese é a disparidade entre a quantidade de investidores de renda variável na Bolsa de Valores brasileira, a [B³], e a quantidade de investidores de criptomoedas. Vou explicar.      

   Atualmente, existem 4,2 milhões de brasileiros que investem em renda variável na bolsa brasileira (fonte). Quantidade bem inferior à dos brasileiros que investem em criptomoedas, que hoje já somam 10 milhões (fonte). Para você, que talvez ainda seja um pouco leigo em investimentos, isso não diga muita coisa. Mas para quem já investe há alguns anos isso diz muita coisa.   



Clique na imagem para ver melhor.






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   Para que você possa compreender, é necessário explicar antes o conceito de criptomoedas. Criptomoedas são moedas digitais, sendo a principal dentre elas o Bitcoin, produzidas por uma rede informatizada chamada Blockchain, que funciona com blocos encadeados muito seguros que sempre carregam um conteúdo junto a uma impressão digital. No caso do Bitcoin, esse conteúdo é uma transação financeira. A criptografia que permite a realização de transações financeiras com Bitcoin de forma segura e definitiva, sem a necessidade de intermediários, é exatamente o conteúdo que é carregado nos blocos encadeados. O Blockchain é a rede que congrega todas as criptografias criadas para as transações financeiras com criptomoedas. Fazendo uma analogia, guardadas as devidas proporções, é como se o Blockchain fosse a internet e todos os conteúdos digitais (domínios) que circulam através dela (.com, .org, .gov, .blogspot, @hotmail, @gmail, etc.) fossem as diferentes criptomoedas.       

    Eu, particularmente, sou um torcedor do Blockchain e das criptomoedas para que prevaleçam como as moedas de circulação na economia mundial num futuro próximo. Porém, o investidor deve entender que nenhum Estado Soberano abrirá mão do monopólio de criar moedas de curso forçado. O Estado nunca deixará você esconder dinheiro e patrimônio para escapar de tributação, pois ele depende disso para sobreviver. Além disso, os atuais criptoativos, incluindo o Bitcoin, poderão tornar-se obsoletos num futuro próximo, sendo substituídos por outros pares mais sofisticados.

  Ao investir em criptomoedas, o investidor está investindo num ativo especulativo, que não possui nenhum lastro, disruptivo tecnologicamente, altamente volátil, e que ainda não é regulado e não funciona como meio de troca. É uma moeda e/ou investimento ainda no campo da promessa. Somente.

  Pois bem, explicado do que se tratam as criptomoedas, podemos inferir que a maioria dos investidores brasileiros prefere investir em algo que não é regulado e que não tem a capacidade de preservar o valor do principal com segurança e gerar um lucro excedente no futuro, diferente dos investimentos de renda variável distribuídos na Bolsa de Valores brasileira, a [B³], cuja capacidade de preservar o valor do principal e gerar retornos excedentes é historicamente reconhecida, sem contar o fato de que são regulados e supervisionados por todo um ecossistema de pessoas e entidades governamentais e não-governamentais.    

  Muitos brasileiros são seduzidos pelas estórias de enriquecimento rápido através de investimentos, ops.. quero dizer.. especulações, no mercado de criptomoedas. O brasileiro continua com aquele mesmo padrão de pensamento em relação a enriquecimento. O que interessa é enriquecer rápido, nem que para isso seja preciso apostar 10% do salário mensal na loteria ou no carteado, pois trabalhar é chato e é preciso aproveitar a vida ao máximo. Tentar encontrar um trabalho que seja o propósito de vida e investir gradativamente ao longo de décadas para enriquecer devagar, é perda de tempo!   

  Mas se Deus quiser, um dia, esse padrão de pensamento começará a mudar! Eu estou fazendo a minha parte para que um dia isso se torne realidade!

 

Abraços,

Seja Independente        


segunda-feira, 13 de junho de 2022

Investir lhe faz evoluir!

 




Olá pessoal,

 

  Hoje eu gostaria de falar para você sobre um segredo oculto e muito poderoso no mundo dos investimentos: investir lhe faz evoluir! Mas não é evoluir apenas financeiramente como você deve estar pensando. É evoluir em vários aspectos da sua vida. Vou lhe explicar.      

   Quando você começa a investir, você começa a sair da zona de conforto e buscar mais conhecimento financeiro. Na medida em que você vai adquirindo esse tipo de conhecimento, você vai percebendo que o que lhe enriquece de fato é o seu trabalho e o que mais importa no final das contas é o quanto você consegue aumentar o preço da sua hora trabalhada. Quando você percebe isso, você passa a buscar mais conhecimento na sua área profissional, então a partir daí você começa a evoluir profissionalmente. Mas não basta apenas adquirir conhecimento na sua área profissional. Você também passa a perceber que você precisa adquirir habilidades sociais para crescer profissionalmente, como criar uma rede de relacionamentos, como saber falar em público, como resolver conflitos, etc. Então a partir daí você começa a evoluir socialmente.

   Quando você começa a evoluir profissionalmente e socialmente, você passa a ser admirado e requisitado por mais pessoas. Isso lhe faz evoluir ainda mais, possibilitando a você um crescimento contínuo, que por sua vez lhe proporcionará maiores rendimentos, o que por sua vez lhe permitirá aplicar maiores valores nos investimentos. Essa é a hora onde você começa a evoluir financeiramente.       

    A evolução financeira é a evolução que lhe permitirá amadurecer de fato, pois na medida em que você adquire muito dinheiro, você passa a ter mais poder. E é o que você faz com esse poder que decidirá o tipo de pessoa que você quer ser no mundo: uma pessoa má ou uma pessoa boa. Já ouviu falar naquele ditado? “Quer conhecer o verdadeiro caráter de uma pessoa? Dê poder a ela!”. E é isso que o dinheiro em abundância faz, lhe dá poder! E maturidade, caso você se permita a isso!

  Investir lhe proporcionará a realização de sonhos e de quebra lhe ajudará a transformar a vida de várias pessoas ao seu redor. Basta você querer!

 

  Abraços,

Seja Independente                                      


domingo, 12 de junho de 2022

Casal de namorados, qual é o seu perfil financeiro?

 




Olá pessoal,

 

  Hoje eu gostaria de falar para vocês que são casais de namorados e, recorrentemente, brigam por questões financeiras. Saibam que o motivo por trás de tantas brigas se deve ao fato de vocês terem perfis financeiros diferentes! “Perfis o que, Pedro?” Perfil financeiro! Vou explicar do que se trata esse termo.      

   Perfil financeiro é o tipo de comportamento do indivíduo em relação às suas finanças. Existem 5 tipos de perfil financeiro:


1) Poupador => É aquele taxado como mesquinho ou pão duro;

 

2) Gastador => É aquele que vive como se não houvesse amanhã;

 

3) Descontrolado => É aquele que não sabe quanto ganha e nem quanto gasta;

 

4) Desligado => É aquele que gasta menos do que ganha, mas não sabe quanto;

 

5) Financista => É aquele que é disciplinado e rigoroso com o controle de gastos. Entende de investimentos e é procurado pelos amigos para dar orientação.        

      

   Quando um casal tem perfis financeiros diferentes e não têm consciência disso, ocorrem os conflitos. Para que os conflitos sejam interrompidos, é necessário, primeiramente, que o casal tenha a consciência dessa diferença de perfil, e que ambos busquem uma harmonia de perfis financeiros, através da ajuda profissional de um Educador Financeiro.      

    Um dos principais motivos de divórcio no nosso país são as brigas por questões financeiras. Não deixem chegar a esse ponto. O amor de vocês não deveria terminar por questões financeiras, jamais!

  Lembrem-se sempre: o dinheiro é apenas uma ideia criada pelas mentes humanas para facilitar as transações comerciais. Ele nunca deveria ser um fim em si mesmo. Ele é apenas um meio. Cuide do amor de vocês, pois este sim é um fim em si mesmo. O amor é a força mais poderosa do universo e é eterno! Cuide dele!

 

  Abraços,

Seja Independente                                      


quarta-feira, 8 de junho de 2022

O lado oculto da liberdade financeira!

 




Olá pessoal,

 

  Hoje eu gostaria de falar para você sobre algo que a maioria esmagadora das pessoas que tem liberdade financeira não percebe: a necessidade de alcançar a independência financeira. Você pode estar se perguntando agora: “Mas não é a mesma coisa?”. E eu te respondo: não, não é a mesma coisa! Vou explicar neste artigo a diferença entre ambos e o motivo pelo qual você deve alcançar a independência financeira antes de alcançar a liberdade financeira.       

   Primeiramente, precisamos definir o que é liberdade financeira. Liberdade financeira é a situação onde o indivíduo possui uma renda suficiente para manter o padrão de vida que ele sempre desejou. Com essa renda ele pode adquirir a casa que ele quer, o carro que ele quer, ir aos restaurantes que ele quer, viajar para os lugares que ele quer, etc. Mas, caso esse indivíduo nunca tenha poupado e investido um único centavo sequer para formar um patrimônio no futuro, ele pode perder a liberdade financeira dele num piscar de olhos, bastando para isso a perda da fonte ou das fontes de renda dele que proporcionam tal liberdade. Isso pode ocorrer em casos de desemprego, falência de negócio e doença. A partir daí ele dependerá de terceiros para poder sobreviver, mesmo que temporariamente.              

   Agora imagine que esse mesmo indivíduo tenha formado um patrimônio ao longo dos anos e que gere uma renda suficiente para manter o padrão de vida dele sem a necessidade de trabalhar. Quando isso ocorre, dizemos que o indivíduo alcançou a independência financeira. Pode-se dizer que a verdadeira “liberdade financeira” é a independência financeira, na medida em que esta última proporciona ao indivíduo: 1) liberdade geográfica, ou seja, ele pode estar no lugar que quer e na hora que quer; 2) liberdade temporal, ou seja, o indivíduo é quem controla o seu tempo, podendo fazer o que quer e na hora que quer; e 3) liberdade de escolha, ou seja, o indivíduo trabalha por opção e no que ele mais gosta de fazer, e não mais por necessidade.   

    Por esse motivo que eu sempre recomendo alcançar a independência financeira antes de alcançar a liberdade financeira. A maior tranquilidade que você pode ter na vida é não depender mais financeiramente de terceiros. Após adquirir essa tranquilidade, você passará a ter mais paz, saúde e felicidade na sua vida!

 

  Abraços,

Seja Independente